quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

30/11/2013 - Voltando para Casa com escala em Madrid.

Deixamos agendado um taxi para nos buscar as 9 da manhã. Assim, acordamos cedo, terminamos de fechar as malas e tomamos café da manhã antes de fazer o checkout.

Pegamos o taxi que nos saiu 55 euros até o aeroporto. Optamos pelo taxi, pois a diferença de irmos de metrô e trem, ficaria pouco mais barato, mas dada a situação, carregando malas, subindo e descendo escada, não valeria a pena. Levamos cerca de 40 minutos até o aeroporto. A Éricka enjoou muito no caminho e acabou passando mal no aeroporto. Mas foi rápido. Fizemos nosso checkin, compramos um lanche no aeroporto e embarcamos com destino a Madrid. O voo local não tem lanche gratuito, apenas vende alguns lanches, a exemplo da gol no Brasil.

O voo foi tranquilo e chegamos a Madrid umas 14:30, imediatamente pegamos o metrô e fomos para o centro da cidade, descemos na estação Opera e fomos até a Plaza Mayor, onde estava acontecendo uma feira de natal, almoçamos, a comida da Éricka veio muito sem graça, um frango com batatas e salada, eu optei pelo menu do dia e comi alcachofra com presunto e cordeiro. Da Plaza Mayor, fomos até a Porta del Sol, completamente lotada como de costume. apesar do frio que fazia (cerca de 5 graus) e seguimos descendo pela Calle Arenal. No caminho, vimos uma revenda da Apple e a Ericka finalmente conseguiu comprar o Iphone que queria. Melhor de tudo que a loja oferecia tax free então o aparelho realmente saiu muito mais barato que no Brasil.

Da loja da apple fomos até o Palacio Real e a Catedral de Almudena, tiramos umas fotos a noite e seguimos até o Cafe Oriente, na Plaza de mesmo nome, onde comemos um cheescake e uma torta de chocolate Oreo que estava excelentes. Descansamos um pouco por lá e voltamos para o aeroporto de metrô.

No aeroporto, fomos atrás do Tax Free do Iphone, seguindo as orientações do site http://www.falandodeviagem.com.br/viewtopic.php?f=66&t=1124 e deu tudo certo, recebemos 85 euros de volta em espécie na hora, sem burocracia alguma. Depois Ericka foi jantar e eu descansar para o voo de volta para o Brasil.

O voo saiu na hora marcada e desta vez consegui dormir boa parte do voo. Praticamente só jantei, e acordei para o café da manhã. Chegamos em São Paulo umas 8:30, pegamos as malas depois de uma boa espera e fui pegar umas encomendas no duty free e fui na gol tentar adiantar nosso voo, sem sucesso. Acabamos embarcado para Brasilia as 14:30 e chegamos em casa exatamente as 17 horas quando ia começar a passar o jogo do vasco. A partir daí foi só abrir as malas e começar a desfaze-las.

29/11/2013 - Roma (coliseu)

Apesar da idéias de irmos cedo visitar o Coliseu, acabamos acordando por volta de meio dia e só conseguimos sair do hotel umas 10:30. Fomos até o Metrô, onde pegamos a linha Vermelha até o a estação central e trocamos de trem para a linha Azul. Compramos os bilhetes de ida e de volta, porém depois percebemos que perdemos o de volta, pois o bilhete é válido por 170 minutos após a emissão. A estação do metro Coliseu já sai em frente ao Coliseu, não tem erro ! Seguimos o fluxo até a entrada e vimos uma enorme fila, mas para comprar ingresso. Como havia lido anteriormente sobre isso em alguns blogs, comprei o ingresso pela internet. Pela internet, você compra o ingresso e ele é válido para qualquer dia. Assim passamos direto até a roleta onde controlava a entrada. Resolvemos alugar um audio guide, acho que foi uns 6 euros, não lembro ao certo, pegamos em português (de portugal), mas foi bem interessante, caso contrário, andaríamos nas ruínas e não perceberíamos muitas coisas, como um pedaço da arquibancada que ainda existe, e algumas curiosidades além da estória. Visitamos primeiramente a parte do "térreo" e depois a parte superior, levamos cerca de 1 hora na visita. Algumas partes do coliseu estavam em obra, assim como metade do Arco di Constantino que fica ao lado do Coliseu.

Saindo de lá, comemos uma pizza em um "truck food" logo na saída, tiramos mais algumas fotos e seguimos para o Forum Romano e Paladino. O bilhete do Coliseu também dá direito a esta visita. Lá caminhamos também pelas ruínas por mais cerca de 1 hora. A visita vale a pena, pois há vários pontos bons para fotografar, além de várias colunas ainda de pé.

Saindo do Forum Romano, passamos na Piazza Venezia e Altere della Patria, antes de irmos almoçar de frente para o Pantheon. No almoço comemos uma Pizza 4 Formaggi e uma Lazagna. Foi um dos almoços mais caros, justamente por estarmos de frente para o Pantheon. De lá seguimos andando pegando ruas que ainda não havíamos passado até o hotel. Descobrimos uma loja de chocolates de Lindt, onde compramos alguns bombons para distribuir de lembrança e tomamos sorvete. Parei também em algumas lojas para comprar azeites aromatizados com trufas e pimenta além de umas cervejas locais. Passamos no hotel para descansar e começar a arrumar as malas e no início da noite, saímos para procurar algumas coisas que ainda faltavam para comprar. Encontrei um livro de fotos que procurava na Piazza Navona ao lado do hotel, e ainda compramos mais alguns souvenirs, além de um presente para o Felippe.

Na Piazza Navona, ainda jantamos uma salada caprese e um risoto de frutos do mar, e ficamos curtindo um pouco o frio na piazza antes de nos despedirmos de Roma.









quinta-feira, 28 de novembro de 2013

28/12/2013 - Pisa a Roma

Acordamos umas 9:00, chamamos o rapaz da recepção para consertar nossa banheira de hidro que havia dado problema a noite. Tomamos banho e arrumamos a mala para fazer o checkout. 

Descemos e fomos tomar um café da manhã no McDonalds que ficava em frente ao hotel, comemos pão com ovo e queijo com suco de laranja. Após o café ficamos olhando a feirinha de souvenirs lotada de vendedores indianos. Comprei uns imãs de geladeira e só.

Seguimos então para a Piazza del Miracoli onde tiramos muitas fotos e subi a torre inclinada (230 degraus). Andar na torre da um pouco de tontura pois o piso é inclinado e perdemos um pouco a noção do solo, na escadaria a mesma coisa, embora todos os degraus tenham a mesma altura, uns você sobe bem mais fácil que outros dependendo da inclinação. Do alto da torre dá para se ver toda a cidade, além de uma cadeia de montanhas nevadas bem distante. Da torre visitamos o Batistério (local onde são feitos batizados) e queria visitar o camposanto mas comprei o ticket errado. A catedral também não conseguimos visitar pois estava fechada devido ao horário. Resumindo os valores: subida a torre: 18 euros, cada atração: 5 euros ou comprando mais de uma o preço baixa. Exemplo, os dois museus + camposanto + batistério saem por 9 euros, comprando separado sairia 20 euros. Comprando para qualquer atração, o ingresso da catedral é incluída. Existe também, para quem faz um bate e volta, a opção de guardar as malas ao lado da bilheteria.

Após as visitas, voltamos ao hotel para pegar a mala e seguimos  caminhando rumo a estação de trem, 4 kms distante. Poderíamos ter ido de ônibus mas resolvemos ir olhando a cidade. Atravessamos o rio Fiume Arno que corta a cidade, passamos em frente a Chiesa della Spina, e paramos para almoçar em um dos restaurantes indicados pelo Paulo. Comi um filé de peixe e Éricka uma pasta com molho de tomates. O tempo estava curto e nem deu tempo de comer uma sobremesa que estava querendo. Continuamos caminhando até a Pisa Termini onde pegamos nosso trem as 15:10. Desta vez havíamos comprado 1a classe, o que foi bom, pois a Éricka tomou o dramim dela e dormiu mais confortável no trem.

Chegamos em Roma as 19:00, fizemos um rapido lanche na estação de trem e pegamos o metrô para o hotel, ao chegamos na estação descobrimos que estava chovendo... Sorte que havia levado um guarda chuva na mala. Caminhamos até o hotel e fizemos novo checkin para tomarmos um banho e sair para jantar.

Ainda cansados, fomos jantar em uma cantina próxima ao hotel, que foi a melhor refeição da viagem. Comemos bruschettas de pasta de azeitona, mix de queijos, onde comi o melhor gorgonzola da vida, e uma pizza margeritta com muzzarela de bufafa e tomate cereja. Além de vinho local do restaurante. Jantados, seguimos caminho pelos becos com seus chãos miolhados brilhando com a iluminação.


27/11/2013 - Vaticano e rumo a pisa

Acordamos umas 8:30, arrumamos as malas, tomamos um ótimo café da manhã e fizemos checkout no hotel. Deixamos duas malas para pegarmos no dia seguinte, já que voltamos para o mesmo hotel dia 28 e fizemos uma mala menor levarmos a Pisa.

Saindo do hotel seguimos para o vaticano, antes passando pelo Palazzo del Tribunalli e depois pelo Castel Sant Angelo, onde atravessamos a ponte de mesmo nome sobre o rio Fiume Trevere. Seguimos pela Via della Conciliazione sendo abordados por vários vendedores de tours pelo museu e etc, chega a ser bem chata a insistência, recusamos todos. No fim desta rua está a Piazza San Pedro e a Basilica. Chegando perto, começamos a escutar alguém falando em português pelo microfone e a praça totalmente lotada, quando nos demos conta, vimos que estava sendo celebrada uma missa pelo Papa. Chegamos no fim da missa e ficamos lá por um tempo e fomos furando algumas barreiras até chegar bem perto de onde o papa estava abençoando pessoas em cadeiras de rodas. Tiramos umas fotos e desistimos da Basílica e do museu já que só abririam a tarde. Vimos uma brasileira e perguntamos qual era o evento que estava acontecendo, ela nos falou que toda 4a feira tem essa missa. Então tá !!!!! Ia ver uma praça e acabei vendo uma missa do papa...

Do Vaticano, voltamos para "Roma", no caminho de volta, dezenas de camelôs tomaram conta dos arredores e da ponte Sant Angelo, vendendo lenços indianos, bolsas, brinquedos, lembranças religiosas e etc. Almoçamos próximo ao Campo de Fiori, onde comemos duas massas indicadas pela dona do hotel de Milão, Matriciana e outra Calcio y Pepe. Boas, mas acho que dispensáveis. No Campo de Fiori é realizada uma feira de frutas e verduras, além de algumas comidas, passamos lá no fim, praticamente não havia mais nada. De lá, voltamos para o hotel, passando novamente pela praça Nanova, cheia de vendedores ambulantes, boa parte deles indianos vendendo lenços.

Passamos no hotel para pegar a mala e fomos andando até o metrô para irmos a estação de trem para pegar nosso trem para Pisa que saiu as 17:10. Chegamos em Pisa as 20:00, pegamos um ônibus (LAM ROSSA por 1,10 euros) e descemos em frente ao nosso hotel que por sua vez fica em frente a entrada da praça onde fica a torre.

O hotel Pisa Tower foi inaugurado em março deste ano e é tudo bem novinho, fomos recepcionados pelo Fabio que nos deu o melhor quarto de hotel com vista parcial para a praça onde  fica a torre. O quarto era muito bem cuidado e decorado, foi um achado, pois no booking constava como um hotel 2 estrelas.

Seguimos a orientação do Fabio que falou que Pisa é muito segura e tranquila e fomos andando até os restaurantes que eles nos indicou. Passamos de frente para o Batistério, a Catedral e a Torre inclinada no caminho. Optamos por jantar em uma pizzaria, mas acabei comendo uma salada caprese acompanhada de vinho, pois não estava me sentindo bem do sanduíche  que comi no trem. Éricka escolheu um gnocchi de quatro queijos. Terminamos de jantar e voltamos para o hotel.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

26/11/2013 - Milão a Roma



Acordamos as 7 da manhã, arrumamos o pouco que havíamos bagunçado das malas e tomamos um ótimo café da manhã no hotel, com croissants, deliciosos queijos, chá e frutas. Nos despedimos dos brasileiros que gerenciam o hotel e seguimos a pé para a estação central. Amanheceu umas 7:30, e apesar do céu estar bem claro e ensolarado fazia ainda bastante frio, cerca de 6 graus. Chegamos na estação as 8:20 e esperamps até as 9:00 para embarcarmos no trem. Nosso trem, o frecciarossa, era um trem rápido que atingia a velocidade de 300km/h várias vezes na viagem. A Ericka se sentiu enjoada no trem, como normalmente também enjoa no carro, tomou um dramim e conseguiu dormir um pouco na viagem. Eu també apaguei boa parte do pecurso, mas ele era bem bonito no inicio havia muitas montanhas com neve. A viagem levou cerca de 3 horas até chegarmos em Roma.
Chegando em Roma resolvemos pegar um taxi até o hotel, fomos abordados por um senhor que ofereceu um Taxi por 35 euros, recusamos e fomos para a fila do taxi que saiu 10 euros até o hotel. Como chegamos por volta de meio dia, nosso quarto não estava liberado, então pegamos o mapa e saímos para conhecer a cidade.
Primeiro passamos na praça Nanova, bem movimentada, paramos para almoçar, onde comi um Feticcine ao molho de tomate cereja com basilico e muzzarela de bufala e Éricka comeu um spaghetti a carbonara. Do almoço, seguimos ao panteão e a Fontana de Trevi. A fontana de trevi muito cheia de gente, quase impossivel de tirar uma foto. Iamos seguir uma dica de roteiro para tomar um sorvete a admirando, mas o vento gelado não ajudou, mesmo assim encontramos uma sorveteria e praticamente conseguimos seguir a dica, a diferença é que não saímos da sorveteria que era aquecida. Da fontana passamos rapidamente pelo palacio Quirinale que não nos interessou e seguimos a Plaza de Spagna, subindo a escadaria até o Trinitá del Monti (igreja). Lá foi um dos poucos locais que conseguimos pegar um pouco de sol, já que nesta época do ano o sol fica em uma posição que faz sombrea praticamente em todos os lugares. Seguimos ainda caminhando uma subida passando pela Villa Medici até a entrada da Villa Borghesi, um parque que tem uma linda vista para a cidade e nesta época para o por do sol. Sentamos e vimos o por do sol que foi na direção do vaticano, onde dava para ver a Basilica. Isso tudo foi por volta das 16:40. Vimos la de cima a revoada de passaros no fim da tarde antes de descermos até a Piazza del Popolo, onde tem um obelisco e inicia a Via del Corso, rua repleta de lojas de marcas. Na del Corso paramos na H&M e a Éricka comprou um casaco e eu, umas luvas e cachecol, pois fazia uns 3 graus. No caminho de volta, passamos ainda em frente ao templo Adriâno, uma loja de artigos de madeira onde compramos uns efeites para o quarto do Felippe e paramos para jantar pizzas. Após o jantar voltamos direto para o hotel, onde chegamos umas 21hs. Nossas bagagens já nos aguardava no quarto, então só tomamos banho e fomos dormir.

25/11/2013 - Milão

Em Madrid, embarcamos na hora no vôo, porém dentro do avião o comandante informou que a aeonave stava com uma pane elétrica no motor 2 e que teriamos que trocar de aeronave. Descemos e embarcamos em outro avião, mas isso acabou gerando duas horas de atraso para chegarmos a Milão. O restante do voo foi tranquilo, dormimos o tempo todo. Chegamos em Milão, pegamos nossas bagagens, Ericka comprou uma Focaccia de azeitona para lanchar e pegamos um ônibus para a estação central (5 euros por pessoa), o percurso demorou cerca de 25 minutos. Da estação central fomos a pé até o Hotel que levou mais uns 10 minutos.

Chegamos no hotel umas 14:30, fizemos o checkin e fomos tomar banho para ir andar um pouco pela cidade. Pegamos informação e um mapa na recepção e optamos seguir até o centro de metrô. A viagem de metrô custava 1,5 euros por pessoa. Seguimos da estação lima até o Duomo, catedral de milão no estilo gótico, 3a maior do mundo e com entrada gratuita. Entramos, mas seu interior estava em obras, a Ericka sentiu um clima pesado na igreja, eu achei um pouco sem graça, talvez por estar em obra. Existiam algumas tumbas e criptas com os restos mortais (visiveis) de alguns bispos ou cardeais. De lá voltamos a piazza duomo, e ficamos vendo as pessoas alimentando os pombos (centenas deles) e olhando as fachadas das construções em volta. Entramos na galeria Vittorio Emanuele II que foi transformada em um shopping de alto luxo de marcas como Gucci, Prada e etc. do outro lado da galeria vimos o teatro Scala, e aproveitei para comprar umas lembranças em uma lojinha de souveniers. Regressamos a Piazza Duomo e pegamos o metrô para o castelo Sforzesco, chegamos lá as 17:00, mas já estava escuro. O sol se põe as 16:40 em Milão esta época do ano. Assim andamos um pouco pelos arredores do castelo mas não chegamos a visitar os jardins do castelo que é um atrativo a parte. De longe avistamos o arco da paz (???) mas achamos que não valeria a pena a caminhada até lá no escuro. 

Famintos, fomos em busca de um restaurante na região onde o hotel nos informou. Paramos em uma cantina e pedimos como entrada uma salada caprese, estava deliciosa! Vinha arrumada no prato como se fosse a bandeira da italia com os tomates, a muzzarela de bufala e no caso, a rucula. A muzzarela foi a melhor que já comi! De prato pedimos um risoto de funghi porcini que estava muito bom e Ericka pediu um Raviolle de gorgonzola com nozes, que estava melhor que meu prato, bebi cerveja e ela bebeu um chá.

Voltando para o hotel, passando muito frio, a temperatura era de 2 graus, passamos em um supermercado para comprarmos água e depois em uma loja de esportes (decathon) onde comprei um casaco e uma camisa de manga longa. Dali, pegamos o metrô de volta para o hotel.

Chegando no hotel, encontramos o dono do hotel que é um brasileiro de Belo Horizonte e ficamos conversando com ele e a esposa que é uruguaia, os dois muito simpáticos. Cansados ainda da viagem, fomos para o quarto e dormirmos, por volta das 22 hs

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

24/11/2013 - De São Paulo a Milão, passando por Madrir

Iniciamos nossa viagem na realidade no dia 23/11, indo para São Paulo, Guarulhos para descansarmos e pegarmos o voo sem estresse no dia 24/11. Chegamos no horário e fomos pegar o ônibus no aeroporto que nos levava ao Ibis. Depois de meia hora, o ônibus  chegou. No Ibis a surpresa, havia reservado para o mês errado! Ao invés de 23/11, havia feito a reserva para 23/10 e consequentemente perdido a reserva e o dinheiro por no-show. Descoberto isso, pagamos a hospedagem novamente (mais cara) e fomos descansar, antes passando pelo restaurante  do hotel para jantar.

Dia 24/11: Acordamos e ficamos na preguiça até por volta das 13hs e pegamos o ônibus para o aeroporto. Fizemos o checkin na Iberia sem problemas e embarcamos na hora programada. 

O voo do trecho São Paulo-MADRID foi bem tranquilo, o avião era novo, com telas individuais, coisa que ainda não havia  visto na Iberia. para o jantar escolhi um raviolli de ricota com molho de tomate e Ericka comeu um frango com purê e legumes. Em Madrid, já no dia seguinte, desembarcamos no terminal T4s, fizemos a imigração rapidamente e sem muitas perguntas. Pegamos o trem para o Terminal 4 de onde partirira nosso voo para Milão. Ainda antes de reembarcar fizemos um rápido lanche de torradas, croissant e iogurte. 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

05/10/2013 - Praga / Madrid

Acordei as 8:30, tomei o café da manhã do hostel e terminei de arrumar a mala para fazer o checkout que estava programado para as 10 da manhã. Logo após fazer o checkout, deixamos as mochilas no maleiro do hostel e fomos a praça central subir a torre do relógio astronômico, custou 100 coroas por pessoa. A subida pode ser feita rapidamente por elevador. De lá, se tem a visão de toda a cidade velha e arredores de Praga em todas as direções.

O relógio astronômico é um dos pontos mais visitados da cidade e um dos símbolos de Praga, centenas de pessoas se acumulam em frente a ele para ver ele tocar de hora em hora e em todas as lojas de souvenir pode-se encontrar miniaturas dele vendendo.

Após a visita da torre, pegamos nossas bagagens no hostel e seguimos até o metrô da linha A (verde) para irmos ao aeroporto, tudo muito bem sinalizado. Compramos o bilhete válido por 90 minutos para 4 zonas (a cidade está dividida em zonas, então, quanto mais longe vai, mais caro fica o bilhete). Descemos na estação final do metrô, seguimos as placas que informava onde se pegava o ônibus para o aeroporto e assim chegamos ao aeroporto.

Ao aeroporto, lacramos as mochilas por 4 euros. No Brasil esse serviço eh associado a um seguro da mala e sai muito mais caro, atualmente 40 reais. Fizemos o checkin, almoçamos a comida mais cara da viagem e pegamos o voo no horário. Vi este serviço também na Europa em outros aeroportos e custa 10 Euros (R$ 30,00). Realmente somos ricos e explorados...

O voo saiu na hora, uma observação é que os voos da iberia internos na Europa vende os lanches a bordo. Descemos em Madrid as 17:30 e como nosso voo seria as 00:35 decidimos ir na puerta del sol para comermos algo e passar o fim da tarde fora do aeroporto.

Para isso Compramos o bilhete turistico que saiu 8,40 euros por pessoa e dá direito ao suplemento do aeroporto (o metro para o aeroporto cobra uma tarifa extra e para sair dele no aeroporto é necessário apresentar o bilhete)

Almoçamos em um restaurante próximo a Puerta del Sol, onde comi um omelete de morcilla, perna de carneiro e de sobremesa uma espécie de frozen de limão. Ao sairmos de volta para a estação do Metro, se formou uma enorme manifestação pelas ruas, não sei bem o motivo mas havia bastante gente e policia também.

Pegamos o metrô de volta ao aeroporto e lá ficamos até o embarque final de volta para o Brasil.

No Brasil, minha mala com as compras do freeshopping estava ultrapassando os 23 kgs do voo local (comprei a passagem de SP para Brasilia a parte), mas a Gol liberou de pagar a tarifa de excesso de bagagem uma vez que estava vindo do exterior por uma companhia parceira, no caso Ibéria. Lembrar de levar isso em consideração quando for pegar voos locais.

04/10/2013 - Praga

Acordei umas 10 horas, desci para tomar um rápido café da manhã, e voltei a deitar pois ainda indisposto, tomei alguns remédios e fiquei no hostel até umas 13hs. Fomos então almoçar, encontramos um restaurante na caminhada que parecia bom, pedi novamente o prato de pato (coxa assada), estava muito bom, mas não se comparava ao do primeiro dia, lá ainda tomei umas duas cervejas.
Após o almoço, seguimos andando pela cidade e fomos até a Wencelas Square, onde já havíamos ido nas noites anteriores, lá paramos para tomar uma cerveja em umas barraquinhas de comida que ficam na praça, olhamos de longe o National Museum e fomos descansar um pouco no starbucks.



pelo outro lado da cidade fazendo eventuais paradas para tomar cerveja dos dois lados do rio, comprei umas lembranças e no fim do dia lanchei um cachorro quente antes de voltar para o hostel e arrumar as malas.

03/10/2014 - Praga

Fazia muito frio quando chegamos dos bares, 2 graus, pouco depois, olhei a temperatura e já estava 0 graus. Acordei por volta de 8:30 e o termômetro marcava -2 graus.
Pensei se levantava, ou continuava sob as cobertas. Umas 9:30 resolvi tomar coragem e levantar, isso porque o café da manhã ia até as 10 horas. Tomei um dos piores banhos da viagem, a água que caía do chuveiro ou era muito fria, ou em pingos, caso quisesse quente.
Saí sozinho para conhecer a cidade, já que o Rubens e Vinicius não conseguiram levantar no frio. Fui a Old Town Hall, onde saiam vários walking tours, fui acompanhando alguns, a medida que paravam, eu seguia acompanhando outro que já estava de saída. Assim segui pela Church of Our Lady Before Tyn, que possui torres muito legais, passei pelo Astronomical Clock e segui até o bairro judeu passando pela filarmônica Rudolfinum, atravessei a Charle's Bridge, uma ponte construída no século 15. segui até a Catedral de San Nicholas e de lá para o Castelo de Praga, atravessei todo o castelo e voltei pela Manesuv Most Bridge até a a Old Town. Havia muita gente pelas ruas, tirando Munique, foi a cidade mais cheia que visitamos.
Ja na Old Town, fiz um lanche rápido, comi o tal pão enrolado, e voltei ao hostel e encontrar Rubens e Vinicius, que haviam levantado e ido a uma lavanderia. Decidimos almoçar em um restaurante/cervejaria chama U Fleku, indicado por um amigo do trabalho, era um pouco fora do centro mas fomos andando até o bar, fundado em 1499. A cerveja era muito boa, comi um Goulash, uma espécie de carne de panela, que estava muito boa. Do restaurante voltamos para o hostel seguindo a margem do Rio Vitara que corta a cidade e onde tem todas as pontes. De volta ao hostel, acabei dormindo até o fim da tarde.
No fim da tarde, com Vinicius e Rubens ainda dormindo novamente, retornei a Charle's Bridge para ver o por do sol de lá, mas acabei chegando um pouco atrasado e o sol também não estava na posição ideal que queria fotografar.
De volta ao hostel, o pessoal já havia acordado, então tomei um banho e saímos para comer um presunto na Old Square, onde encontramos um dos brasileiros que estava no nosso hostel, fazia muito frio, meu copo de cerveja cada vez ficava mais gelado e a mão segurando ele, congelando. Novamente temperatura de 2 graus.
Da Old Square, com todo mundo lanchado, seguimos para tomar umas cervejas em um dos bares que havíamos ido no dia anterior. O pessoal ainda animou de conhecer outro bar, mas eu acabei voltando cedo pois estava passando mal.