quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

30/11/2013 - Voltando para Casa com escala em Madrid.

Deixamos agendado um taxi para nos buscar as 9 da manhã. Assim, acordamos cedo, terminamos de fechar as malas e tomamos café da manhã antes de fazer o checkout.

Pegamos o taxi que nos saiu 55 euros até o aeroporto. Optamos pelo taxi, pois a diferença de irmos de metrô e trem, ficaria pouco mais barato, mas dada a situação, carregando malas, subindo e descendo escada, não valeria a pena. Levamos cerca de 40 minutos até o aeroporto. A Éricka enjoou muito no caminho e acabou passando mal no aeroporto. Mas foi rápido. Fizemos nosso checkin, compramos um lanche no aeroporto e embarcamos com destino a Madrid. O voo local não tem lanche gratuito, apenas vende alguns lanches, a exemplo da gol no Brasil.

O voo foi tranquilo e chegamos a Madrid umas 14:30, imediatamente pegamos o metrô e fomos para o centro da cidade, descemos na estação Opera e fomos até a Plaza Mayor, onde estava acontecendo uma feira de natal, almoçamos, a comida da Éricka veio muito sem graça, um frango com batatas e salada, eu optei pelo menu do dia e comi alcachofra com presunto e cordeiro. Da Plaza Mayor, fomos até a Porta del Sol, completamente lotada como de costume. apesar do frio que fazia (cerca de 5 graus) e seguimos descendo pela Calle Arenal. No caminho, vimos uma revenda da Apple e a Ericka finalmente conseguiu comprar o Iphone que queria. Melhor de tudo que a loja oferecia tax free então o aparelho realmente saiu muito mais barato que no Brasil.

Da loja da apple fomos até o Palacio Real e a Catedral de Almudena, tiramos umas fotos a noite e seguimos até o Cafe Oriente, na Plaza de mesmo nome, onde comemos um cheescake e uma torta de chocolate Oreo que estava excelentes. Descansamos um pouco por lá e voltamos para o aeroporto de metrô.

No aeroporto, fomos atrás do Tax Free do Iphone, seguindo as orientações do site http://www.falandodeviagem.com.br/viewtopic.php?f=66&t=1124 e deu tudo certo, recebemos 85 euros de volta em espécie na hora, sem burocracia alguma. Depois Ericka foi jantar e eu descansar para o voo de volta para o Brasil.

O voo saiu na hora marcada e desta vez consegui dormir boa parte do voo. Praticamente só jantei, e acordei para o café da manhã. Chegamos em São Paulo umas 8:30, pegamos as malas depois de uma boa espera e fui pegar umas encomendas no duty free e fui na gol tentar adiantar nosso voo, sem sucesso. Acabamos embarcado para Brasilia as 14:30 e chegamos em casa exatamente as 17 horas quando ia começar a passar o jogo do vasco. A partir daí foi só abrir as malas e começar a desfaze-las.

29/11/2013 - Roma (coliseu)

Apesar da idéias de irmos cedo visitar o Coliseu, acabamos acordando por volta de meio dia e só conseguimos sair do hotel umas 10:30. Fomos até o Metrô, onde pegamos a linha Vermelha até o a estação central e trocamos de trem para a linha Azul. Compramos os bilhetes de ida e de volta, porém depois percebemos que perdemos o de volta, pois o bilhete é válido por 170 minutos após a emissão. A estação do metro Coliseu já sai em frente ao Coliseu, não tem erro ! Seguimos o fluxo até a entrada e vimos uma enorme fila, mas para comprar ingresso. Como havia lido anteriormente sobre isso em alguns blogs, comprei o ingresso pela internet. Pela internet, você compra o ingresso e ele é válido para qualquer dia. Assim passamos direto até a roleta onde controlava a entrada. Resolvemos alugar um audio guide, acho que foi uns 6 euros, não lembro ao certo, pegamos em português (de portugal), mas foi bem interessante, caso contrário, andaríamos nas ruínas e não perceberíamos muitas coisas, como um pedaço da arquibancada que ainda existe, e algumas curiosidades além da estória. Visitamos primeiramente a parte do "térreo" e depois a parte superior, levamos cerca de 1 hora na visita. Algumas partes do coliseu estavam em obra, assim como metade do Arco di Constantino que fica ao lado do Coliseu.

Saindo de lá, comemos uma pizza em um "truck food" logo na saída, tiramos mais algumas fotos e seguimos para o Forum Romano e Paladino. O bilhete do Coliseu também dá direito a esta visita. Lá caminhamos também pelas ruínas por mais cerca de 1 hora. A visita vale a pena, pois há vários pontos bons para fotografar, além de várias colunas ainda de pé.

Saindo do Forum Romano, passamos na Piazza Venezia e Altere della Patria, antes de irmos almoçar de frente para o Pantheon. No almoço comemos uma Pizza 4 Formaggi e uma Lazagna. Foi um dos almoços mais caros, justamente por estarmos de frente para o Pantheon. De lá seguimos andando pegando ruas que ainda não havíamos passado até o hotel. Descobrimos uma loja de chocolates de Lindt, onde compramos alguns bombons para distribuir de lembrança e tomamos sorvete. Parei também em algumas lojas para comprar azeites aromatizados com trufas e pimenta além de umas cervejas locais. Passamos no hotel para descansar e começar a arrumar as malas e no início da noite, saímos para procurar algumas coisas que ainda faltavam para comprar. Encontrei um livro de fotos que procurava na Piazza Navona ao lado do hotel, e ainda compramos mais alguns souvenirs, além de um presente para o Felippe.

Na Piazza Navona, ainda jantamos uma salada caprese e um risoto de frutos do mar, e ficamos curtindo um pouco o frio na piazza antes de nos despedirmos de Roma.









quinta-feira, 28 de novembro de 2013

28/12/2013 - Pisa a Roma

Acordamos umas 9:00, chamamos o rapaz da recepção para consertar nossa banheira de hidro que havia dado problema a noite. Tomamos banho e arrumamos a mala para fazer o checkout. 

Descemos e fomos tomar um café da manhã no McDonalds que ficava em frente ao hotel, comemos pão com ovo e queijo com suco de laranja. Após o café ficamos olhando a feirinha de souvenirs lotada de vendedores indianos. Comprei uns imãs de geladeira e só.

Seguimos então para a Piazza del Miracoli onde tiramos muitas fotos e subi a torre inclinada (230 degraus). Andar na torre da um pouco de tontura pois o piso é inclinado e perdemos um pouco a noção do solo, na escadaria a mesma coisa, embora todos os degraus tenham a mesma altura, uns você sobe bem mais fácil que outros dependendo da inclinação. Do alto da torre dá para se ver toda a cidade, além de uma cadeia de montanhas nevadas bem distante. Da torre visitamos o Batistério (local onde são feitos batizados) e queria visitar o camposanto mas comprei o ticket errado. A catedral também não conseguimos visitar pois estava fechada devido ao horário. Resumindo os valores: subida a torre: 18 euros, cada atração: 5 euros ou comprando mais de uma o preço baixa. Exemplo, os dois museus + camposanto + batistério saem por 9 euros, comprando separado sairia 20 euros. Comprando para qualquer atração, o ingresso da catedral é incluída. Existe também, para quem faz um bate e volta, a opção de guardar as malas ao lado da bilheteria.

Após as visitas, voltamos ao hotel para pegar a mala e seguimos  caminhando rumo a estação de trem, 4 kms distante. Poderíamos ter ido de ônibus mas resolvemos ir olhando a cidade. Atravessamos o rio Fiume Arno que corta a cidade, passamos em frente a Chiesa della Spina, e paramos para almoçar em um dos restaurantes indicados pelo Paulo. Comi um filé de peixe e Éricka uma pasta com molho de tomates. O tempo estava curto e nem deu tempo de comer uma sobremesa que estava querendo. Continuamos caminhando até a Pisa Termini onde pegamos nosso trem as 15:10. Desta vez havíamos comprado 1a classe, o que foi bom, pois a Éricka tomou o dramim dela e dormiu mais confortável no trem.

Chegamos em Roma as 19:00, fizemos um rapido lanche na estação de trem e pegamos o metrô para o hotel, ao chegamos na estação descobrimos que estava chovendo... Sorte que havia levado um guarda chuva na mala. Caminhamos até o hotel e fizemos novo checkin para tomarmos um banho e sair para jantar.

Ainda cansados, fomos jantar em uma cantina próxima ao hotel, que foi a melhor refeição da viagem. Comemos bruschettas de pasta de azeitona, mix de queijos, onde comi o melhor gorgonzola da vida, e uma pizza margeritta com muzzarela de bufafa e tomate cereja. Além de vinho local do restaurante. Jantados, seguimos caminho pelos becos com seus chãos miolhados brilhando com a iluminação.


27/11/2013 - Vaticano e rumo a pisa

Acordamos umas 8:30, arrumamos as malas, tomamos um ótimo café da manhã e fizemos checkout no hotel. Deixamos duas malas para pegarmos no dia seguinte, já que voltamos para o mesmo hotel dia 28 e fizemos uma mala menor levarmos a Pisa.

Saindo do hotel seguimos para o vaticano, antes passando pelo Palazzo del Tribunalli e depois pelo Castel Sant Angelo, onde atravessamos a ponte de mesmo nome sobre o rio Fiume Trevere. Seguimos pela Via della Conciliazione sendo abordados por vários vendedores de tours pelo museu e etc, chega a ser bem chata a insistência, recusamos todos. No fim desta rua está a Piazza San Pedro e a Basilica. Chegando perto, começamos a escutar alguém falando em português pelo microfone e a praça totalmente lotada, quando nos demos conta, vimos que estava sendo celebrada uma missa pelo Papa. Chegamos no fim da missa e ficamos lá por um tempo e fomos furando algumas barreiras até chegar bem perto de onde o papa estava abençoando pessoas em cadeiras de rodas. Tiramos umas fotos e desistimos da Basílica e do museu já que só abririam a tarde. Vimos uma brasileira e perguntamos qual era o evento que estava acontecendo, ela nos falou que toda 4a feira tem essa missa. Então tá !!!!! Ia ver uma praça e acabei vendo uma missa do papa...

Do Vaticano, voltamos para "Roma", no caminho de volta, dezenas de camelôs tomaram conta dos arredores e da ponte Sant Angelo, vendendo lenços indianos, bolsas, brinquedos, lembranças religiosas e etc. Almoçamos próximo ao Campo de Fiori, onde comemos duas massas indicadas pela dona do hotel de Milão, Matriciana e outra Calcio y Pepe. Boas, mas acho que dispensáveis. No Campo de Fiori é realizada uma feira de frutas e verduras, além de algumas comidas, passamos lá no fim, praticamente não havia mais nada. De lá, voltamos para o hotel, passando novamente pela praça Nanova, cheia de vendedores ambulantes, boa parte deles indianos vendendo lenços.

Passamos no hotel para pegar a mala e fomos andando até o metrô para irmos a estação de trem para pegar nosso trem para Pisa que saiu as 17:10. Chegamos em Pisa as 20:00, pegamos um ônibus (LAM ROSSA por 1,10 euros) e descemos em frente ao nosso hotel que por sua vez fica em frente a entrada da praça onde fica a torre.

O hotel Pisa Tower foi inaugurado em março deste ano e é tudo bem novinho, fomos recepcionados pelo Fabio que nos deu o melhor quarto de hotel com vista parcial para a praça onde  fica a torre. O quarto era muito bem cuidado e decorado, foi um achado, pois no booking constava como um hotel 2 estrelas.

Seguimos a orientação do Fabio que falou que Pisa é muito segura e tranquila e fomos andando até os restaurantes que eles nos indicou. Passamos de frente para o Batistério, a Catedral e a Torre inclinada no caminho. Optamos por jantar em uma pizzaria, mas acabei comendo uma salada caprese acompanhada de vinho, pois não estava me sentindo bem do sanduíche  que comi no trem. Éricka escolheu um gnocchi de quatro queijos. Terminamos de jantar e voltamos para o hotel.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

26/11/2013 - Milão a Roma



Acordamos as 7 da manhã, arrumamos o pouco que havíamos bagunçado das malas e tomamos um ótimo café da manhã no hotel, com croissants, deliciosos queijos, chá e frutas. Nos despedimos dos brasileiros que gerenciam o hotel e seguimos a pé para a estação central. Amanheceu umas 7:30, e apesar do céu estar bem claro e ensolarado fazia ainda bastante frio, cerca de 6 graus. Chegamos na estação as 8:20 e esperamps até as 9:00 para embarcarmos no trem. Nosso trem, o frecciarossa, era um trem rápido que atingia a velocidade de 300km/h várias vezes na viagem. A Ericka se sentiu enjoada no trem, como normalmente também enjoa no carro, tomou um dramim e conseguiu dormir um pouco na viagem. Eu també apaguei boa parte do pecurso, mas ele era bem bonito no inicio havia muitas montanhas com neve. A viagem levou cerca de 3 horas até chegarmos em Roma.
Chegando em Roma resolvemos pegar um taxi até o hotel, fomos abordados por um senhor que ofereceu um Taxi por 35 euros, recusamos e fomos para a fila do taxi que saiu 10 euros até o hotel. Como chegamos por volta de meio dia, nosso quarto não estava liberado, então pegamos o mapa e saímos para conhecer a cidade.
Primeiro passamos na praça Nanova, bem movimentada, paramos para almoçar, onde comi um Feticcine ao molho de tomate cereja com basilico e muzzarela de bufala e Éricka comeu um spaghetti a carbonara. Do almoço, seguimos ao panteão e a Fontana de Trevi. A fontana de trevi muito cheia de gente, quase impossivel de tirar uma foto. Iamos seguir uma dica de roteiro para tomar um sorvete a admirando, mas o vento gelado não ajudou, mesmo assim encontramos uma sorveteria e praticamente conseguimos seguir a dica, a diferença é que não saímos da sorveteria que era aquecida. Da fontana passamos rapidamente pelo palacio Quirinale que não nos interessou e seguimos a Plaza de Spagna, subindo a escadaria até o Trinitá del Monti (igreja). Lá foi um dos poucos locais que conseguimos pegar um pouco de sol, já que nesta época do ano o sol fica em uma posição que faz sombrea praticamente em todos os lugares. Seguimos ainda caminhando uma subida passando pela Villa Medici até a entrada da Villa Borghesi, um parque que tem uma linda vista para a cidade e nesta época para o por do sol. Sentamos e vimos o por do sol que foi na direção do vaticano, onde dava para ver a Basilica. Isso tudo foi por volta das 16:40. Vimos la de cima a revoada de passaros no fim da tarde antes de descermos até a Piazza del Popolo, onde tem um obelisco e inicia a Via del Corso, rua repleta de lojas de marcas. Na del Corso paramos na H&M e a Éricka comprou um casaco e eu, umas luvas e cachecol, pois fazia uns 3 graus. No caminho de volta, passamos ainda em frente ao templo Adriâno, uma loja de artigos de madeira onde compramos uns efeites para o quarto do Felippe e paramos para jantar pizzas. Após o jantar voltamos direto para o hotel, onde chegamos umas 21hs. Nossas bagagens já nos aguardava no quarto, então só tomamos banho e fomos dormir.

25/11/2013 - Milão

Em Madrid, embarcamos na hora no vôo, porém dentro do avião o comandante informou que a aeonave stava com uma pane elétrica no motor 2 e que teriamos que trocar de aeronave. Descemos e embarcamos em outro avião, mas isso acabou gerando duas horas de atraso para chegarmos a Milão. O restante do voo foi tranquilo, dormimos o tempo todo. Chegamos em Milão, pegamos nossas bagagens, Ericka comprou uma Focaccia de azeitona para lanchar e pegamos um ônibus para a estação central (5 euros por pessoa), o percurso demorou cerca de 25 minutos. Da estação central fomos a pé até o Hotel que levou mais uns 10 minutos.

Chegamos no hotel umas 14:30, fizemos o checkin e fomos tomar banho para ir andar um pouco pela cidade. Pegamos informação e um mapa na recepção e optamos seguir até o centro de metrô. A viagem de metrô custava 1,5 euros por pessoa. Seguimos da estação lima até o Duomo, catedral de milão no estilo gótico, 3a maior do mundo e com entrada gratuita. Entramos, mas seu interior estava em obras, a Ericka sentiu um clima pesado na igreja, eu achei um pouco sem graça, talvez por estar em obra. Existiam algumas tumbas e criptas com os restos mortais (visiveis) de alguns bispos ou cardeais. De lá voltamos a piazza duomo, e ficamos vendo as pessoas alimentando os pombos (centenas deles) e olhando as fachadas das construções em volta. Entramos na galeria Vittorio Emanuele II que foi transformada em um shopping de alto luxo de marcas como Gucci, Prada e etc. do outro lado da galeria vimos o teatro Scala, e aproveitei para comprar umas lembranças em uma lojinha de souveniers. Regressamos a Piazza Duomo e pegamos o metrô para o castelo Sforzesco, chegamos lá as 17:00, mas já estava escuro. O sol se põe as 16:40 em Milão esta época do ano. Assim andamos um pouco pelos arredores do castelo mas não chegamos a visitar os jardins do castelo que é um atrativo a parte. De longe avistamos o arco da paz (???) mas achamos que não valeria a pena a caminhada até lá no escuro. 

Famintos, fomos em busca de um restaurante na região onde o hotel nos informou. Paramos em uma cantina e pedimos como entrada uma salada caprese, estava deliciosa! Vinha arrumada no prato como se fosse a bandeira da italia com os tomates, a muzzarela de bufala e no caso, a rucula. A muzzarela foi a melhor que já comi! De prato pedimos um risoto de funghi porcini que estava muito bom e Ericka pediu um Raviolle de gorgonzola com nozes, que estava melhor que meu prato, bebi cerveja e ela bebeu um chá.

Voltando para o hotel, passando muito frio, a temperatura era de 2 graus, passamos em um supermercado para comprarmos água e depois em uma loja de esportes (decathon) onde comprei um casaco e uma camisa de manga longa. Dali, pegamos o metrô de volta para o hotel.

Chegando no hotel, encontramos o dono do hotel que é um brasileiro de Belo Horizonte e ficamos conversando com ele e a esposa que é uruguaia, os dois muito simpáticos. Cansados ainda da viagem, fomos para o quarto e dormirmos, por volta das 22 hs

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

24/11/2013 - De São Paulo a Milão, passando por Madrir

Iniciamos nossa viagem na realidade no dia 23/11, indo para São Paulo, Guarulhos para descansarmos e pegarmos o voo sem estresse no dia 24/11. Chegamos no horário e fomos pegar o ônibus no aeroporto que nos levava ao Ibis. Depois de meia hora, o ônibus  chegou. No Ibis a surpresa, havia reservado para o mês errado! Ao invés de 23/11, havia feito a reserva para 23/10 e consequentemente perdido a reserva e o dinheiro por no-show. Descoberto isso, pagamos a hospedagem novamente (mais cara) e fomos descansar, antes passando pelo restaurante  do hotel para jantar.

Dia 24/11: Acordamos e ficamos na preguiça até por volta das 13hs e pegamos o ônibus para o aeroporto. Fizemos o checkin na Iberia sem problemas e embarcamos na hora programada. 

O voo do trecho São Paulo-MADRID foi bem tranquilo, o avião era novo, com telas individuais, coisa que ainda não havia  visto na Iberia. para o jantar escolhi um raviolli de ricota com molho de tomate e Ericka comeu um frango com purê e legumes. Em Madrid, já no dia seguinte, desembarcamos no terminal T4s, fizemos a imigração rapidamente e sem muitas perguntas. Pegamos o trem para o Terminal 4 de onde partirira nosso voo para Milão. Ainda antes de reembarcar fizemos um rápido lanche de torradas, croissant e iogurte. 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

05/10/2013 - Praga / Madrid

Acordei as 8:30, tomei o café da manhã do hostel e terminei de arrumar a mala para fazer o checkout que estava programado para as 10 da manhã. Logo após fazer o checkout, deixamos as mochilas no maleiro do hostel e fomos a praça central subir a torre do relógio astronômico, custou 100 coroas por pessoa. A subida pode ser feita rapidamente por elevador. De lá, se tem a visão de toda a cidade velha e arredores de Praga em todas as direções.

O relógio astronômico é um dos pontos mais visitados da cidade e um dos símbolos de Praga, centenas de pessoas se acumulam em frente a ele para ver ele tocar de hora em hora e em todas as lojas de souvenir pode-se encontrar miniaturas dele vendendo.

Após a visita da torre, pegamos nossas bagagens no hostel e seguimos até o metrô da linha A (verde) para irmos ao aeroporto, tudo muito bem sinalizado. Compramos o bilhete válido por 90 minutos para 4 zonas (a cidade está dividida em zonas, então, quanto mais longe vai, mais caro fica o bilhete). Descemos na estação final do metrô, seguimos as placas que informava onde se pegava o ônibus para o aeroporto e assim chegamos ao aeroporto.

Ao aeroporto, lacramos as mochilas por 4 euros. No Brasil esse serviço eh associado a um seguro da mala e sai muito mais caro, atualmente 40 reais. Fizemos o checkin, almoçamos a comida mais cara da viagem e pegamos o voo no horário. Vi este serviço também na Europa em outros aeroportos e custa 10 Euros (R$ 30,00). Realmente somos ricos e explorados...

O voo saiu na hora, uma observação é que os voos da iberia internos na Europa vende os lanches a bordo. Descemos em Madrid as 17:30 e como nosso voo seria as 00:35 decidimos ir na puerta del sol para comermos algo e passar o fim da tarde fora do aeroporto.

Para isso Compramos o bilhete turistico que saiu 8,40 euros por pessoa e dá direito ao suplemento do aeroporto (o metro para o aeroporto cobra uma tarifa extra e para sair dele no aeroporto é necessário apresentar o bilhete)

Almoçamos em um restaurante próximo a Puerta del Sol, onde comi um omelete de morcilla, perna de carneiro e de sobremesa uma espécie de frozen de limão. Ao sairmos de volta para a estação do Metro, se formou uma enorme manifestação pelas ruas, não sei bem o motivo mas havia bastante gente e policia também.

Pegamos o metrô de volta ao aeroporto e lá ficamos até o embarque final de volta para o Brasil.

No Brasil, minha mala com as compras do freeshopping estava ultrapassando os 23 kgs do voo local (comprei a passagem de SP para Brasilia a parte), mas a Gol liberou de pagar a tarifa de excesso de bagagem uma vez que estava vindo do exterior por uma companhia parceira, no caso Ibéria. Lembrar de levar isso em consideração quando for pegar voos locais.

04/10/2013 - Praga

Acordei umas 10 horas, desci para tomar um rápido café da manhã, e voltei a deitar pois ainda indisposto, tomei alguns remédios e fiquei no hostel até umas 13hs. Fomos então almoçar, encontramos um restaurante na caminhada que parecia bom, pedi novamente o prato de pato (coxa assada), estava muito bom, mas não se comparava ao do primeiro dia, lá ainda tomei umas duas cervejas.
Após o almoço, seguimos andando pela cidade e fomos até a Wencelas Square, onde já havíamos ido nas noites anteriores, lá paramos para tomar uma cerveja em umas barraquinhas de comida que ficam na praça, olhamos de longe o National Museum e fomos descansar um pouco no starbucks.



pelo outro lado da cidade fazendo eventuais paradas para tomar cerveja dos dois lados do rio, comprei umas lembranças e no fim do dia lanchei um cachorro quente antes de voltar para o hostel e arrumar as malas.

03/10/2014 - Praga

Fazia muito frio quando chegamos dos bares, 2 graus, pouco depois, olhei a temperatura e já estava 0 graus. Acordei por volta de 8:30 e o termômetro marcava -2 graus.
Pensei se levantava, ou continuava sob as cobertas. Umas 9:30 resolvi tomar coragem e levantar, isso porque o café da manhã ia até as 10 horas. Tomei um dos piores banhos da viagem, a água que caía do chuveiro ou era muito fria, ou em pingos, caso quisesse quente.
Saí sozinho para conhecer a cidade, já que o Rubens e Vinicius não conseguiram levantar no frio. Fui a Old Town Hall, onde saiam vários walking tours, fui acompanhando alguns, a medida que paravam, eu seguia acompanhando outro que já estava de saída. Assim segui pela Church of Our Lady Before Tyn, que possui torres muito legais, passei pelo Astronomical Clock e segui até o bairro judeu passando pela filarmônica Rudolfinum, atravessei a Charle's Bridge, uma ponte construída no século 15. segui até a Catedral de San Nicholas e de lá para o Castelo de Praga, atravessei todo o castelo e voltei pela Manesuv Most Bridge até a a Old Town. Havia muita gente pelas ruas, tirando Munique, foi a cidade mais cheia que visitamos.
Ja na Old Town, fiz um lanche rápido, comi o tal pão enrolado, e voltei ao hostel e encontrar Rubens e Vinicius, que haviam levantado e ido a uma lavanderia. Decidimos almoçar em um restaurante/cervejaria chama U Fleku, indicado por um amigo do trabalho, era um pouco fora do centro mas fomos andando até o bar, fundado em 1499. A cerveja era muito boa, comi um Goulash, uma espécie de carne de panela, que estava muito boa. Do restaurante voltamos para o hostel seguindo a margem do Rio Vitara que corta a cidade e onde tem todas as pontes. De volta ao hostel, acabei dormindo até o fim da tarde.
No fim da tarde, com Vinicius e Rubens ainda dormindo novamente, retornei a Charle's Bridge para ver o por do sol de lá, mas acabei chegando um pouco atrasado e o sol também não estava na posição ideal que queria fotografar.
De volta ao hostel, o pessoal já havia acordado, então tomei um banho e saímos para comer um presunto na Old Square, onde encontramos um dos brasileiros que estava no nosso hostel, fazia muito frio, meu copo de cerveja cada vez ficava mais gelado e a mão segurando ele, congelando. Novamente temperatura de 2 graus.
Da Old Square, com todo mundo lanchado, seguimos para tomar umas cervejas em um dos bares que havíamos ido no dia anterior. O pessoal ainda animou de conhecer outro bar, mas eu acabei voltando cedo pois estava passando mal.

02/10/2013 - Nuremberg - Praga

Nosso trem para Praga estava marcado para as 11:41, chegamos umas 10:00 na estação central que ficava uns 10 minutos de caminhada do hotel que ficamos. Tomamos café da manhã e ficamos esperando o letreiro mostrar a plataforma de embarque, como nosso trem não apareceu, fomos ao centro de informações perguntar sobre ele e descobrimos que nossa passagem era de ônibus e não trem. (Ainda aprendo a andar de trem sem confusões na europa!)
Tudo entendido, foi tranquilo, pois o ônibus parava em frente ao terminal de trens, e como de costume foi pontual. Despachamos nossas malas no bagageiro e seguimos para Praga no ônibus da DB (não era eurolines). O ônibus era bem confortável de dois andares. No meio da viagem veio uma moça da companhia perdir o cartão de crédito que havia comprado a passagem, expliquei que havia perdido o cartão e que tinha apenas o passaporte, não sei se ela entendeu, pois ela era Checa e falava muito pouco inglês, um japonês que viajava do lado do moral também teve problemas, pois ele e ela não conseguiram se entender.
Chegamos no terminal de trens de Praga as 16:00 e seguimos a orientação do hostel de pegar o metrô, depois de algumas dúvidas de como pegar o metrô e de trocar uns Euros por Coroas Checas (péssima cotação de troca). O metrô funciona no estilo alemão/austríaco, ou seja, sem roleta e alguns fiscais eventualmente pedem para verificar seu bilhete. Saindo da estação com os mochilões, logicamente, fomos "selecionados" para verificarem nossos bilhetes... Tudo em ordem.
Para chegar ao hostel foi um pouco complicado, o caminho que era para ser de 10 Minutos levou quase meia hora, não achávamos a rua, nem a direção que tínhamos que ir. Depois com a ajuda do GPS conseguimos encontrar. Chegando no hostel, t;inhamos que pagar as diárias adiantadas em dinheiro local, então deixamos as bagagens lá e fomos trocar  dinheiro em um local que o hostel indicou como sendo a melhor cotação.
Fizemos o câmbio e fomos almoçar, comi uma coxa de pato assado, que foi a melhor refeição da viagem e tomei umas duas cervejas antes de voltar ao hostel já no início da noite, aproveitei para deitar e descansar um pouco.
O cansaço era grande, mas o Rubens conheceu um casal de brasileiros e resolvemos sair fazendo uma espécie de bar crawl pela cidade. Visitamos 5 bares durante a noite, tomando um chopp a cada bar.
Os chopes aqui como na Alemanha são padronizados em 500 ml, inclusive, lembro de ter pedido um chopp de 300ml na alemanha e o garçom achou muito estranho. Outra curiosidade é que os bares e boates aqui na grande maioria não cobram entrada. Normalmente, funcionam estilo pub, vai ao balcão, pede o que quer, e paga na hora.
Fazia muito frio a noite, cerca de 2 graus. Resolvi então voltar para o hostel para dormir, pois ainda estava bem cansado e com frio e muita vontade de ir ao banheiro depois dos 2,5 litros de chopp.


01/10/2013 - Nuremberg

Saímos do hotel umas 10:00 para conhecer o centro histórico de Nuremberg. Apesar de ser uma cidade grande, dá para se fazer praticamente tudo a pé, a não ser uns lugares mais afastados que remetem ao julgamento da 2a guerra.
Meu objetivo principal era achar um casaco para comprar já que havia perdido o meu durante a oktoberfest, depois de ir em algumas lojas especializadas em casacos esportivos e me espantar com os preços, comprei um casaco na H&M, querida dos brasileiros por esses lados, uma espécie de Renner que tem em todo lugar. 
Finalmente aquecido com o casaco, fomos tomar um café da manhã, quase que padrão aqui por todos esses dias, um croissant com manteiga e geléia com café. Já que estava na alemanhã comi também strudel de maçã, que estava razoável. Depois do café andamos por todo o centro histórico passando pelas principais atrações, Catedral Saint Lorenz, HaupMarket, Igreja de San Sebaldo, Fleish Bridge, National Museum e etc. Tentamos ir até o Palácio da Justiça a pé, mas acabamos nos perdendo, ficava um pouco afastado, então voltamos a centro histórico
No centro histórico, voltando para o hotel, paramos para comer um cachorro quente com as tradicionais linguiças de Nuremberg. São pequenas, em um pão cabem três, muito boas, ainda mais com mostarda ! Paramos para tomar cerveja em um bar na Hefnerplatz, depois de dois chopps, seguimos para a Ludwig Platz e tomamos mais dois chopps e comemos mais um cachorro quente, no caminho de volta ainda paramos em um bar mexicano no caminho, mais um chopp e nachos até chegarmos ao hotel, onde compramos mais cervejas na máquina automática e ficamos conversando até de madrugada.



30/09/2013 - Schwabisch Hall / Rothenburg / Nuremberg

SCHWABISCH HALL

Acordamos, durante o checkout li que na janela o hotel na realidade responde por três nomes, e o nome que procurávamos estava lá, Cansaço as vezes não faz a gente pensar, o GPS havia nos colocado a 10 metros do hotel e ainda tinhamos dúvida se o lugar era lá ou não.
Pegamos o carro e fomos tomar café da manhã pela cidade, no centro tinham ótimas padarias onde comi um croissant com café com leite. A cidade é bem pequena e banhada pelo rio Kocher e o centro histórico ainda preserva um ar medieval, com pontes antigas, inclusive algumas de madeira. No centro histórico ainda tem algum comércio bom e os restaurantes pareceram ser muito bons. Não tinhamos muito tempo e acabamos andando por cercar de 1 hora pela cidade, até que nosso parquímetro vencesse.

ROTHENBURG

Fazia bastante frio em Schwabisch Hall e decidimos pegar a estrada e ir almoçar em Rothermburg a uns 70 kms de distância. Configuramos o GPS e fomos. Rothenburg também é conhecida por Rothenburg Ob Der Tauber.
Chegando na cidade, que também possui seu centro histórico, estacionamos o carro do lado de fora da cidade histórica, que é cercada por uma muralha e fomos, eu já havia gostado de Schwabisch, mas o centro de Rothemburg ainda é mais bonito, embora muito mais cheio de turistas, principalmente brasileiros. Visitamos algumas lojas de lembranças, comprei imãs e uns brinquedos para criança, quase convencemos o Vinicius a comprar uma espada. A fome bateu e paramos para almoçar em um restaurante indicado pelo FourSquare, lá matei a vontade de comer um Eisbein, joelho de porto gigante, acompanhado por cerveja.
A cidade vende muitas peças de madeira, bonecos quebra nozes, relógios cucos (caríssimos), marionetes e etc. Visitamos também o museu da tortura, que foi interessante.
Quando fui comprar a última lembrança, descobri que havia perdido minha carteira. Fui em alguns lugares que havia passado antes na esperança de encontrar, mas nada. Como ela estava dentro da mochila, acredito que tenha caído no chão sem eu perceber quando peguei a máquina para fotografar.

NUREMBERG

Depois do transtorno, pegamos a estrada e seguimos para Nuremberg. As estradas da Alemanha são muito boas, nas autobahns, a velocidade é apenas indicativa, chegamos a andar com o carro a 160 km/h e mesmo assim várias vezes tínhamos que pegar a pista da esquerda pois passavam uns carros a 200 km/h.
Chegamos em Nuremberg por volta das 20 horas, fizemos o checkin no hotel e fomos devolver o carro na estação central, onde aproveitamos para lanchar.
Já no hotel, fui correr atras do prejuízo, ligar para cancelar os cartões de crédito. Os euros estavam todos guardados em outro local, assim como os documentos, depois descobri que um dos cartões estava dentro do passaporte. Perdi apenas 2 cartões de crédito, alguns reais, uns 5 euros e a carteira de estudante.
Ainda tomei umas duas long necks no quarto antes de dormir.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

29/09/2013 - Munich / Hohenschwangau / Schwabish hall

MUNICH

Acordamos cedo, fizemos as malas e pegamos o trem para a Estação Central de Munich pra buscar o carro que reservamos na Sixt. Chegando lá, antes de pegar o carro aproveitamos para comprar algumas lembranças nas lojas da estação. Na Sixt, que demoramos um pouco para achar, não tinha o modelo que havíamos reservado e o Vinicius, tarado por carros, acabou escolhendo um Audi A5. Também foi um pouco difícil achar o estacionamento onde estava o carro, mas deu tudo cedo.

NEUSCHWANSTEIN

Voltamos para o hotel para buscar o Rubens, fazer o checkout e seguirmos para Hohenschwangau, para visitar os castelos de Neuschwanstein. Depois de uma hora conseguir usar o GPS do carro em alemão. Chegamos aos castelos pontualmente na hora limite que tinha para pegar os ingressos. Optamos por visitar os castelos de Hohenschwangau e  Neuschwanstein, existe ainda um museu que não nos interessou. Existe a possibilidade de ir ao castelo de ônibus , a pé ou charrete. Recomendo ir de ônibus e voltar a pé, já que a volta é descida. Embora tenha feito os dois de ônibus. Charrete é o pior, pois o fedor dos cavalos é insuportável.
O tempo estava horrível, havia uma neblina que escondia praticamente tudo. Comemos um pão com linguiça antes de visitamos o primeiro castelo e quando fomos para o de Neuschwanstein não dava para ver absolutamente nada da fachada do castelo, nem da vista da Mary's Bridge, um dos grandes atrativos. Fizemos o tour por dentro do castelo e descemos para almoçar, onde dessa vez consegui pedir e comer um Schnitzel.
A visita a  acabou sendo meio furada, pois o lugar fica no alto de um vale e a vista do castelo seria o grande atrativo.

SCHWABISCH HALL

Voltamos a estrada e seguimos, agora com GPS funcionando para Schwabisch hall. Ao chegarmos a noite tivemos bastante dificuldade de achar nosso hotel, o GPS apontava o lugar, estávamos lá mas não havia nenhuma casa com a fachada que tinha no site do booking. Até que vimos em um hotel ao lado, com outro nome, um recado escrito para mim informando que o quarto já estava pronto e aberto em uma entrada lateral da casa... Coisas de cidade de interior :)
A noite, saímos para jantar, mas por ser domingo e a cidade muito pequena, não encontrávamos nenhum lugar aberto. Já quase desistindo, encontramos uma pizzaria de um italiano, que não entendiamos nada que ele falava. Quando descobriu que falávamos português, chamou a esposa Maria que teoricamente falava português, mas Maria veio da cozinha com braços abertos e nos cumprimentou com o caloroso "bon giorno!!!". Tentou nos convencer de pedir uma pizza grande para cada um, mas acabamos dividindo uma tamanho família, deu tudo certo, a pizza era muito boa.

28/09/2012 - Munich - Oktoberfest - a ressaca

Acordei umas nova horas, morrendo de fome, pois no dia anterior não comi nada durante a oktober. Desci e fui tomar café da manhã no hotel, ou melhor, tentei tomar, pois estava muito enjoado e a comida não estava descendo. Voltei para a cama e fiquei até meio dia deitado.
Levantamos todos com fome e decidimos ir ao centro da cidade, pois o Vinicius queria comprar um chip para o celular dele, e eu tinha que passar na farmácia no centro. Feito isso, fomos almoçar em um restaurante no centro mesmo, tentei pedir um Snitzel, mas acabou vindo outro prato, estava razoável, mas o restaurante era muito devagar, quase 30 minutos para conseguir pedir a conta. Uma coisa que notamos é que se a mesa é para quatro pessoas e você está ocupando três assentos, uma pessoa qualquer pode vir e ocupar o assento da sua mesa. Funciona quase como praça de alimentação de shopping.
Depois do almoço fomos direto para a Oktober, chegamos lá as 15hs, e estava tudo completamente lotado, fora das tendas muita gente tentando entrar e o espaço para circular pelo parque estava muito cheio também. Nos falaram que para conseguir entrar nas tendas no fim de semana, deveríamos chegar as 9 da manhã. Vi que seria difícil entrar em alguma tenda e acabei desistindo e indo beber em um bar da Paulaner no centro, acabei também jantando por lá, um prato típico de carne de porco com bolas de batata (foto) e voltei para o hotel cedo. Vinicius e Rubens voltaram para a Oktober e conseguiram ainda entrar em uma tenda, "molhando a mão" do segurança com 40 euros.


27/09/2013 - Munich (Oktoberfest)

Acordamos as nove e fomos tomar café no McDonald's, chegando lá descobrimos que o menu de café da manhã era servido até as 10 horas, e chegamos as 10:05. Desistimos e fomos em um posto de gasolina ao lado do hotel que tinha uma loja de conveniência, o café saiu bem melhor e mais barato que o McDonald's. De lá, pegamos o trem para o centro da cidade, MarienPlatz, pois tinha que ir a uma farmácia comprar uma encomenda e o moral queria ir na applestore para comprar o iPhone novo (5s). Fiquei tentado a comprar o IPhone também mas o orçamento estava limitado.
Da MarienPlatz seguimos andando até o parque onde ocorre a oktoberfest, uns 20 minutos de caminhada.
Chegando lá, ainda estava tudo meio vazio. Chegamos a perguntar "Isso é a oktoberfest ?", várias barracas vendendo corações de chocolate, pipoca, comidas típicas, jogos e um grande parque de diversões com roda gigante, frisbee, carrinho bate bate e etc. Fomos andando e ninguém tomando uma cerveja sequer, homens e mulheres com roupas típicas, até que viramos na rua principal. Aí sim diversas tendas gigantescas, onde dentro se vendiam as cervejas. Entramos na primeira e estava completamente lotada. Sabíamos que só vendiam cerveja para quem estivesse nas mesas, e no caso da primeira tenda, todas as mesas tinham um banco para as pessoas ficarem sentadas. Ainda meio deslocados, andamos por toda a tenda e sem lugar para sentar, seguimos para a segunda, da Paulaner. Entrando, a mesma coisa, mais lotada ainda que a primeira. Andamos em volta tentando achar algum lugar, mas só havia lugar do lado de fora, nos Biergarten, mas era desanimado e frio comparado ao lado de dentro. Partimos para a terceira tenda, a HB, logo entrando, já vimos várias pessoas bebendo em pé e pelo corredor. Fomos atrás de uma cerveja, mas o princípio era o mesmo, cerveja para comprar só para quem estivesse sentado. Então fomos até as mesas do lado de fora e compramos três chopps de 1 litro por 10 euros cada. Só existe chopp de 1 litro. Com os chopps entramos na tenda e começamos a beber e ficar mais animados. Na HB, no centro da tenda, existem mesas altas onde as pessoas bebem de pé, então tudo ficou mais fácil, bastava estar com uma mão sobre a mesa que conseguíamos pegar o chopp.
Arrumamos lugar em uma mesa ao lado de um senhor alemão que nos convidou para sentar, ficamos lá conversando com ele. Na hora deveríamos estar no segundo chopp. Vinicius foi brindar com o alemão e conseguiu quebrar a caneca, ele já estava tão louco, que quase rasgou a cara com a caneca quebrada, foi por pouco. Pedi também para ele ficar de olho no meu casaco na mesa enquanto ia ao banheiro. Quando voltei, meu casaco não estava mais lá, sorte que não tinha nada nos bolsos. Pensando pelo lado positivo, foi bom porque dentro da tenda estava quente e agora tinha uma coisa a menos para me preocupar.
As 15:00, o pessoal que está nas mesas é expulso para a chegada das pessoas que reservaram mesa, assim, levantamos da mesa e fomos pegar mais cervejas, Rubens e Vinicius foram brindar, e os dois quebraram as canecas antes de dar o primeiro gole. Pegamos mais cervejas e começamos a circular pelo pavilhão
A infra estrutura da tenda é muito boa, os banheiro são gigantes, não peguei fila em nenhum momento. A comida que mais sai pelo que notei é meio frango assado. Mas como estávamos sem mesa, não conseguíamos comer, depois acabamos esquecendo mesmo de comer durante todo o dia.
Lá pelo início da noite fui ao banheiro e quando voltei não encontrei mais os dois, que haviam pulado a cerca das reservas e sentado em uma mesa reservada. Daí fiquei rodando procurando por eles e indo ao ponto que havíamos marcado, e nada. Acabei conhecendo mais uns alemãs e fiquei bebendo com eles e falando sobre futebol. Mais tarde, não lembro bem a hora eles me convenceram a ir a Paulaner que tinha um show por lá, como não havia achado os dois, segui com eles e realmente era um show de uma banda de rock bem legal. Comprei o penúltimo chopp, nesse intervalo, não tenho idéia de quantos tomei, pois o pessoal sempre pedia e completava as canecas de todo mundo. Lembro do penúltimo pois dei um gole e a caneca escorregou da minha mão, derramando tudo no chão. Lembro do último também que pedi na sequencia. Logo depois a festa acabou, e fomos retirados das tendas, não lembro se era 23:00 ou 00:00. Me despedi do pessoal que me apontou para onde era o metrô. Tenho vaga lembrança de ter bebido ainda algum drink do lado de fora após sair da tenda.
Segui para o metrô e não consegui achar, fui andando por quase uma hora até achar uma estação de trem, onde entrei e fui procurando as conexões até chegar ao hotel. O problema é que a cada conexão, fiz duas, demorava mais de meia hora para o trem passar.
Cheguei por volta das 2 horas da manhã no hotel, tomei um banho e apaguei.

Neste dia: Rubens e Vinicius saíram ainda cedo da tenda e voltaram ao hotel, porém antes de conseguirem chegar por lá, pegaram um trem errado, dormiram e quando acordaram estavam saindo de Munich. Acabaram conseguindo voltar e foram até o hotel me procurar. Não me encontraram e resolveram voltar para a oktober novamente. Ficaram lá até o fim e depois voltaram para o hotel novamente, chegaram um pouco antes de mim lá, pois na segunda vez não se perderam.





terça-feira, 1 de outubro de 2013

26/09/2013 - Budapeste - Munich

BUDAPESTE

Acordei as 8 horas e arrumei o mochilão. Nosso trem para Munich saía as 12:10 e como a Judith nos falou que poderíamos sair até 11:30 que chegaríamos com folga no terminal rodoviário, resolvi ir em alguns locais de Budapeste que havia olhado no mapa na noite anterior e não havia visitado. O Vinicius animou de ir, pois também queria comprar uma encomenda antes de ir a Munich. Rubens ficou dormindo.
Pegamos o metrô fomos até o outro lado do rio ver a vista de frente para o rio do parlamento, no dia anterior fomos na entrada que estava em obrar. De lá fomos também de metrô ao teatro de opera e o museu de historia e finalmente a H&M. Levamos cerca de 1 hora para passar em todos os pontos de metro, realmente o metrô aqui é muito eficiente, apesar de antigo.
De volta ao hostel, antes de subir, compramos algumas coisas para comer antes e durante a viagem no supermercado, fizemos o checkout e seguimos de metrô para a estação de trem. Ainda chegamos com uma hora de antecedência, que para trem é muita coisa. As 12:10 pontualmente nosso trem saiu rumo a Munique.
Ainda fico meio perdido andando de trem por aqui, dessa vez nossos assentos estavam marcados, assim tivemos que mudar de lugar antes da partida. Mas vimos muita gente sentando em qualquer lugar. No trem que pegamos para Budapeste não marcamos assentos e sentamos em qualquer lugar... Um dia entendo.
A viagem de trem foi longa, cerca de 7 horas, comemos algumas coisas que havíamos comprado no supermercado e tomamos algumas cervejas Paulaner no trem. Aproveitamos para praticar bullying com o Rubens, falando que para ir ao banheiro custava 1 euro. Ele ficou boa parte da viagem se segurando para economizar, depois demos um ticket velho de metrô para ele falando que era a ficha para ir ao banheiro, e ele ficou um bom tempo tentando descobrir onde passava o código de barras para entrar no banheiro. :) Ainda no trem, ao cruzarmos a fronteira, dois oficiais alemãs vieram até a gente para checar nossos passaportes e fazer uma série de perguntas, quando chegamos, para onde íamos, onde ficaríamos, de onde viemos e etc. Meu passaporte foi o mais examinado, um dos oficiais ficou olhando o carimbo de entrada de Madri com uma Lupa durante um bom tempo e falando em alemão com o outro. No fim, agradeceram e desejaram boa viagem.

MUNIQUE

Chegando em Munique, demoramos uns 20 minutos tentando entender e comprar o ticket do metrô, apesar de inglês, existiam dezenas de opções, por zona onde iriamos nos locomover, quantidade de pessoas, tempo de validade do bilhete... Até que uma menina que passava resolveu nos ajudar. Compramos um bilhete valido para 3 dias para até 5 pessoas que nos permitia andar na zona de 1 a 5, nosso hotel se não me engano era na zona 2 e a Oktoberfest e centro da cidade na zona 1. No metrô e trem de munique também não existem roletas, eventualmente fiscais pedem seu ticket para verificar se está tudo correto. 
Saindo da estação de trem para o metrô, vimos muita gente muito bêbada voltando da oktoberfest, achei legal que boa parte das pessoas usando roupas tipicas, tanto homens como mulheres. Achamos bem perigoso o trem, pois parecia que a qualquer momento alguém iria cair nos trilhos.
Depois de algumas dúvidas para que lado iriamos pegamos o metrô correto e chegamos na estação que deveríamos descer, Neaubing. O lugar estava totalmente escuro e deserto. Não havia ninguém trabalhando lá, seguimos umas pessoas que haviam descido do trem e por sorte conseguimos avistar um simbolo do McDonald's que era a referencia do hotel, ficava a menos de 5 minutos caminhando da estação.
No checkin do hotel tivemos alguns problemas pois outra pessoa com meu sobrenome havia pego a minha reserva e acabamos pegando a reserva destas pessoas em um quarto diferente. Além de terem mudado a politica de uso da internet, que quando reservamos informava que teria wifi livre no saguão do hotel, mas mas acabamos resolvendo tudo, colocaram uma cama extra e liberaram o uso wifi para a gente no hotel, inclusive no quarto.
Com tudo resolvido fomos procurar algum local para jantar, mas a única opção era o McDonald's mesmo. Comi um Wrap e um Smothie e em seguida voltamos para dormir no hotel.

25/09/2013 - Budapeste

Acordamos as 9 horas, tomamos um rápido café no hostel e seguimos de metrô para visitar o Parlamento, para nosso azar estavam reconstruindo a praça que fica em frente a ele, fazendo com que desistíssemos da ideia de conhece-lo. 
Seguimos então para tomar um café mais reforçado no starbucks e utilizar o banheiro. Starbucks sempre é uma salvação para as viagens, pois possuem banheiros e acesso wifi gratuítos para clientes. Costumo a dizer que eles não vendem café, mas alugam o espaço.
Após o starbucks, estavamos em frente a Basilica Szent István de e resolvemos subir para ver a cidade da cúpula, custou 2 euros, a cúpula da catedral é o ponto mais alto da cidade. A cidade não possui prédios altos, pelo que vi os prédios tem sempre 4 a 5 andares, exceto por alguns mais históricos. De lá você tem a vista de toda cidade e chegar ao topo é bem tranquilo já que existem elevadores que levam até lá. 
Da Basílica seguimos caminhando pela Váci Utica, uma rua comercial que contém as lojas de grife famosas e algumas lojas de artigos turisticos. Seguimos andando até o Grande Mercado Central, onde lembra muito o Mercado Municipal de São Paulo. No caminho um grupo de quatro brasileiros andava na nossa frente e todos os vendedores de restaurante e lojas falavam com eles em português. Eles se surpreenderam perguntando entre eles como sabiam que eram brasileiros... a resposta é bem simples, brasileiros quase sempre estão de calça jeans, tênis para corrida (nike, mizuno, asics), muitos casacos, e as mulheres além desses acessórios com bolsas bem grandes, normalmente de marca. 
Já no mercado, tivemos um pouco de dificuldade de comer o que queríamos, pois tudo estava muito cheio e o atendimento não era nem um pouco simpático. Compramos uma linguiça com batatas em uma barraca nem um pouco simpática onde o dono já fez cara feia quando começamos a fazer o pedido em inglês e um prato de cada vez. Mas era o único lugar que tinha mesa para sentar e comer. Aliás, sentar e comer, se demorássemos um pouco, como uns turistas que estavam conversando na mesa de trás o garçom ia e recolhia o prato na marra para as pessoas irem embora. Nosso prato estava bem sem graça, dentre as opções acho que escolhemos a pior, depois falaram que deveríamos ter  provado a coxa de ganso. Quem sabe na próxima. 
Do mercado, voltando pela Váci Utica, passamos em um IceBar (bar de gelo) para o pessoal conhecer, já havia ido em um na Nova Zelândia, compramos o ticket com direito a um drink, no caso foi um shot de vodka com xarope de alguma fruta, morango, pessego... Passamos um pouco de frio por lá até o limite do suportável e tiramos umas fotos. Achei o de Budapeste bem pequeno, mas vale a curiosidade par quem nunca foi. De lá,voltamos caminhando para o hostel onde tomamos umas cervejas que havia na geladeira antes de pegarmos o metro e irmos ao Baths no fim da tarde.
Por volta das 17 horas pegamos o metrô e fomos ao Széchenyj Termal Baths. O Baths para me pareceu um pouco caldas novas, águas termais, 3 grandes piscinas externas e 12 piscinas internas (aqui faz muito frio no inverno). A diferença está na arquitetura e no pessoal que frequenta. A construção é do inicio do século 19, o que me fez achar o lugar bem interessante. As piscinas cobertas achei que tinham um cheiro forte de enxofre. Pagando a entrada, você tem direito a entrar em todas as piscinas, saunas, academia, existe também um spa que é a parte que você pode fazer a cutícula com os peixes.... Dr. Fish ! Um monte de peixinho vai comendo as peles mortas do pé. Bizarro! Uma das piscinas externas estava em manutenção, havia uma mais quente e outra um pouco menos aquecida que tinha umas hidromassagens, correnteza e etc. Ficamos um pouco em cada uma, depois fiz uma sauna antes de voltar no início da noite para o Hostel.
Chegamos um pouco cansados no hostel e ficamos descansando até resolvermos para jantar próximo a basílica, onde pegamos a promoção de um bar com chopp liberado, bebemos uns 3 chopps cada um, mas o como estávamos cansados, voltamos ao hostel cedo, passamos no supermercado para comprar mais cerveja e ficamos conversando o resto das cervejas que até dormir aproveitando que só havíamos nós no hostel e podíamos conversar um pouco mais alto.



24/09/2013 - Budapeste

Acordamos as nove horas da manhã e tomamos café da manhã que havíamos comprado na noite anterior. O hostel que nos hospedamos na realidade era um apartamento de 3 quartos dentro de um prédio residencial, onde os quartos eram alugados separadamente. A localização era excelente e dispunha de todas as facilidades de um apartamento, cozinha completa, máquina de lavar roupa (que não conseguimos usar) e etc.
Saímos as 10:30 a tempo de pegar um freewalking tour pela cidade.  Muito comum pela Europa, os freewalking tour existem em várias cidades. Em Budapeste, existem vários tours gratuitos que saem da praça Erzsébet Ter e não precisam ser agendados, basta aparecer e seguir o grupo, ao fim do tour, você dá uma gorjeta para o guia, costumo a dar 5 euros, vi pessoas dando mais e menos.
No tour, passamos pela József Ter, Vörösmarty Ter, Vigadó Etterem (Teatro da Ópera), seguimos pela Rua Belfrad  até a ponte Széchenyj Lanchid, onde atravessamos para o lado "Buda" da cidade. Existe um funicular para subir até o castelo, porém fomos a pé, subindo a escadaria. Algumas paradas para ver a vista do outro lado do rio, como o parlamento. Passamos por alguns museus e seguimos caminhando até o Templo Mátyás e logo após o tour chegou ao fim. Com o fim do Tour, fizemos um lanche em uma lanchonete que a guia nos indiciou. Comi um tal de Langos, que é uma versão Húngara de Pizza, onde acho que a massa é frita e depois vai ao forno. Bem acebolada, gostei mas acho que fui só eu. De lá, paramos para tomar uma cerveja na praça Szentharomsag, ao lado do templo e seguimos caminhando na direção do castelo. No castelo, existem alguns museus e locais a serem visitados, mas não cheguei a entrar em nada. De lá, descemos, atravessamos a ponte de volta para o outro lado e seguimos até a Basilica Szent István. No caminho paramos para almoçar e comi uma salada caprese acompanhada de meio litro de cerveja. Após o almoço, pegamos o metrô até Oktagon para seguir andando pela avenida que consideram a "Champs Eliseer" de Budapeste que termina em um monumento Millennumi Emlékmu, onde fica na entrada do parque da cidade , jardim botânico, banhos termais e zoológico, além de um castelo (Vajdahunyad). Após andar pela região, pegamos o metrô de volta para o hostel.
O metrô da linha amarela , que segue por baixo da Andrássy Utica, é segundo li, o segundo mais antigo da Europa, datado de 1896, os vagões são minúsculos e fica a poucos metros da superfície.
Voltando no fim do dia comprei um kürtöskalács, ou chimney cake que é um pão enrolado assado em churrasqueira com uma cobertura adocicada que pode ser de baunilha, cacau ou outros sabores. Havíamos comprado um no castelo, a principio achavamos que era recheado, mas como o vendedor entregou o pão oco mesmo, acabamos entendendo que é assim mesmo que se come.
Langos
kürtöskalács

A noite, estava cansado e acabei descansando no hotel esperando o Rubens que estava vindo da Itália e chegaria por volta de meia noite no hostel, e como a recepção não era 24 horas, tivemos que espera-lo por lá. Assim que ele chegou fui dormir enquanto o Vinicius e Rubens desceram para comer um Kebab na rua.




23/09/2013 - Viena - Budapeste

VIENA

Acordei por volta das 7:30, arrumei minha mochila e fizemos o checkout no hostel, deixando minha bagagem guardada lá. Fomos novamente a padaria tomar café. Como todos os dias que lanchei lá, tomeium cacauccino e um Borëk de queijo, uma espécie de pão folheado com ricota. Existem outros sabores que nunca consegui pedir, já que o padeiro não falava inglês, só sabia falar "cheese".


De lá fui conhecer alguns lugares que faltavam, aproveitando o ticket de 24 horas que havia comprado. Fomos até o schloss schonbrunner, palácio real com jardins gigantescos, acho que um dos locais mais interessantes de Viena. Construído no século 16. Neste palácio fica também o zoológico de Viena. Andamos pelos jardins principais, mas não deu tempo de visitar o palácio, os jardins laterais e o zoológico. Após a visita do palácio, pegamos o metrô de volta e voltamos ao centro de Vienna onde andamos nos arredores da KarlPlatz e visitamos uma catedral em Votivpark ao lado do Sigmun-Froid Park.

Na volta para o hostel, comprei umas cervejas locais no mercado para provar depois. Fomos até o local onde lanchamos a noite para almoçar. Seguimos de metrô de volta ao hostel para pegamos as bagagens no e descansar por cerca de meia hora até o horário do trem para Budapeste. Pegamos o metrô até a estação de trem.

Saldo cervejeiro da Viena: provei chopps ZWETTLER, BUDWEISER ORIGINAL, ZIPTER e OTTAKRINGER, e cervejas GOLD FASSL e BUDWEISER.


Viena ainda não possui uma "estação central", assim tivemos que verificar onde partiria nosso trem, tarefa bem tranquila, já que dizia a nossa estação no bilhete e todas as estações de trem são interligadas com o metrô. trocamos de linha no metro uma vez e em 15 minutos estávamos na estação. Pegamos o trem as 16:03, mas atrasou uns 5 minutos para sair, o que costuma a ser raro se tratando de trens por aqui. A viagem demorou cerca de 3 horas, tempo suficiente para beber umas Paulaners no trem.



BUDAPESTE

A viagem até budapeste foi tranqüila e pontual. Chegando a estação de trem, seguimos a orientação dada pelo hostel e pegamos o metrô, comprando o ticket de 72 horas pois ficariamos três dias na cidade.

Chegando ao hostel, fomos recebidos pela gerente que nos explicou um pouco sobre o hostel e a cidade, nos localizou no mapa e nos deu uns vales de desconto para tomarmos cerveja e jantarmos. Neste dia, acabamos não fazendo muita coisa pelo cansaço da viagem. Apenas descemos em fomos em um restaurante na rua do hotel que a Judith (gerente do hotel) indicou, tomamos um chopp com o nosso vale e pedimos a janta. Tive um pouco de dificuldade de conversar com uns dos garçons que achou que eu havia pedido para fechar a conta, quando na realidade eu queria saber se o local aceitava cartão de crédito, já que a moeda da Hungria ainda não é o Euro, e sim o Florin (HUF). No restaurante comi um prato de peito de pato, com batata frita, excelente! Nesta rápida saída notamos que Budapeste é uma cidade bem mais barata que as outras que visitamos até o momento. Terminando o jantar, voltamos para o hostel, antes passando em um supermercado para comprar umas cervejas e algumas coisas para o café da manhã.



domingo, 22 de setembro de 2013

22/09/2013 - Viena


Acordei por volta de 10 horas e pela janela o tempo parecia estar bom, embora o céu não estivesse azul, dava para ver o sol batendo na fachada dos prédios em frente.
Descemos e fomos finalmente conhecer Viena caminhando. O Hostel ficava em frente ao Naschmarkt, uma espécie de mercado de pulgas, onde vendia-se roupas, frutas, legumes, carnes entre outras coisas.
Seguimos até os arredores da Karlplatz e fomos andar pela RingStrass, um conjunto de ruas que circula a parte central de Viena. Antes porém, paramos para tomar um café da manhã em um restaurante do centro.
Andamos por vários parques, teatros, museus e palácios como StaatsOper, Albertina, Palmehaus, Buurgarten, Schwarzenberg Platz, Schwindgasse, Belvedere, Stadtpark, onde paramos para almoçar, StephenPlatz com sua catedral, PeterPlatz, MichaelPlatz, HendelPlatz, Volksgarten, Rathaus, onde estava acontecendo um evento de hipismo com várias barraquinhas de comidas típicas, paramos por lá para tomar umas cervejas. Museu de História Natural, Museum Queter (Maria Theresien Platz) e por fim StaadtOper novamente, onde  assisti um pedaço de um espetáculo que era transmitido ao vivo em um telão na praça em frente ao teatro.





Como era domingo a cidade estava muito cheia, pois é, domingo as pessoas aproveitam para passear. Era também o dia mundial sem carros, então havia uma rua da RingStrass fechada com exibição de vários tipos diferentes de bicicletas, atividades para crianças, teatro promovidos pelo greenpeace.

Depois de cansar de ver a apresentação na parte de fora do teatro, pegamos o Tram S1 para circular pela ringstasse a noite, dica de um guia que li. Apesar de interessante, achei que não valeu a pena uma vez que o reflexo do vidro atrapalha bastante a vista. Ainda ficamos um pouco preocupados quando Tram chegou no ponto final, num local deserto e não havia mais ninguém no local, achamos que ele havia ido para a garagem :) Mas ficou parado ali por uns 5 minutos e retornou a linha.

Acabamos desistindo da idéia do Tram e descemos em uma estação do metrô à beira do Danúbio, onde fizemos um lanche em uma barraca de comida (hot dog alemão) e pegamos o metrô de volta para o hostel, onde terminei a noite depois de mais cerveja no bar do hostel.



Acho que escrevi antes, mas vale repetir, o sistema de transporte de Viena (depois vi que em Budapeste, Praga e Munich) é totalmente integrado, você compra um ticket e ele lhe dá direito a andar de metro, tram (bonde) ou onibus. O ticket pode ser de viagem única, custa cerca de 4 euros, de 24, 48 e 72 horas. Sendo necessário validá-lo a primeira vez que for usar, em uma máquina disponível na entrada do transporte, para registrar nele a data e hora em que o ticket começou a ser utilizado.


sábado, 21 de setembro de 2013

21/09/2013 - Viena - Bratislava - Viena

Acordamos as 8hs, com o tempo frio e nublado, mas sem chuva. Tomamos café na padaria próxima ao hostel e seguimos de metrô até o VIB (Viena International Bus station), chegamos 30 minutos antes do horário do ônibus.

O sistema de transporte é bem simples, a viagem unitária sai 4 euros, o bilhete 24 horas uns 7 euros, ainda há a opção de comprar o bilhete de 48 ou 72 horas. Este bilhete você pode utilizar no metrô, tram ou ônibus da cidade. No trajeto trocamos de linha uma vez para chegar até ao VIB, nas estações não existem roletas para entrar, apenas uma maquininha que carimba os bilhetes, validando-os. Eventualmente fiscais entram nos vagões pedindo os bilhetes e a multa para quem não os tem é bem alta. Outra observação é que os bilhetes são sempre comprados em máquinas automáticas, não há bilheterias com pessoas, essas máquinas aceitam cartão de crédito ou euros, e tem a opção de idioma inglês.

Pontualmente as 10:30 saímos do terminal rodoviário, o ônibus da Eurolines apesar de não muito confortável tinha wifi e a viagem foi rápida, As 11:35 estávamos em Bratislava. Dormi a maior parte do caminho. Existem duas paradas principais do ônibus, descemos embaixo de uma ponte que é na entrada da cidade histórica, a outra parada acho que fica em um terminal de ônibus mais afastada. Confirmei com o motorista se no retorno poderíamos pegar o ônibus no mesmo lugar.



Bratislava, capital da Eslováquia, tem um pequeno centro histórico muito bem conservado e limpo, andei por suas ruas conhecendo os prédios, monumentos praças. Ao lado de onde descemos do ônibus tem a subida de um castelo que fomos após andar um pouco pela cidade. Do castelo, tem-se uma vista do centro histórico e do rio Danúbio que corta a cidade. Sobre a ponte que descemos, do outro lado do rio, existe um observatório e um restaurante que deve ter uma boa vista do centro e do castelo, mas não cheguei a ir. Descendo do castelo, caiu uma forte chuva, tivemos que esperar passar para ir almoçar. Comi um schnitzel, um bife a milaneza bem fino de porco, com um chopp da região. Em seguida voltamos para pegar o ônibus para Viena as 16:04. 

A cidade estava super policiada, depois descobrimos que justamente neste dia ia rolar a passeata gay na cidade. O mais interessante era que lendo os cartazes não dava para saber o que era a favor ou contra.

Já no caminho de volta, notei que na Áustria existem muitas usinas termoelétricas entre o aeroporto e o centro da cidade, na Eslováquia, pelo menos no trecho que peguei, havia muita energia eólica.

De volta a Viena, chegando no hostel acabei caindo no sono até umas 23hs. Ao acordar, já com muita fome, fui jantar em um restaurante do outro lado da rua onde comi um frango ao curry e umas cervejas. O prato era extremamente picante ao ponto de ficar encharcado de suor durante a janta. De volta ao hostel tomamos ainda uma cerveja no bar e fui dormir as 2:30. Amanhã... Andar pelo centro de Viena.




sexta-feira, 20 de setembro de 2013

20/09/2013 - Madrid e Viena


MADRID

Após passarmos sem problemas pela alfândega, compramos no aeroporto o ticket turistico de um dia, que nos dava direito a ir e voltar ao aeroporto e pegar o Metrô e ônibus quantas vezes quiséssemos. Custou cerca de 8 euros. No mesmo guichê compramos também entradas para o ingresso de visitação do estádio do Real Madrid.
Pegamos o metrô em direção ao estádio do real madrid, bem tranquilo chegar lá, apenas uma baldeação no metro. As estações e trens possuem o mapa de todas as estações, tornando fácil se localizar. Só descobrir a linha, o sentido e a estação que vai descer.
O tour custou 19 euros, mas para quem gosta de futebol é bem interessante, passa pelo banco de reservas, vestiário, arquibancada, camarotes, sala de troféus e de imprensa e etc. Terminando na loja oficial do time. Levamos no máximo duas horas para fazer o tour completo. Lógico que dependendo do interesse pode-se levar mais ou menos tempo.
Do estádio, pegamos o metrô até a Plaza Espanha onde descemos e seguimos andando, passando pelo Senado, Palácio do governo, Catedral, Mercado San Miguel e fomos subindo ate a Plaza Mayor, parando no caminho para tomar uma cerveja (Kwak). Próximo a Plaza Mayor almoçamos uma Paella com cerveja.
Após o almoço, seguimos até o parque Retiro, um parque bem grande, onde pessoas podem alugar barcos a remo para  passear no lago, uma versão mais difícil dos nossos pedalinhos, visitar um palácio de cristal, ou simplesmente andar pelas ruas arborizadas pode dentro do parque. De lá, como já eram 17 horas pegamos o metrô no próprio parque para o aeroporto.
Para os espertinhos, é necessário comprar o bilhete de metrô com suplemento do aeroporto, pois ele é cobrado no desembarque do metrô do aeroporto. No caso do bilhete turístico, este suplemento já vem incluso.

VIENA

Pegamos o voo para Viena as 20hs, foram 3 horas de voo e chegamos na hora do último trem (CAT) que nos levaria até o centro da cidade, 12 euros, o trem saiu pontualmente as 23:36. O trem nos leva até a Wien Mitre, onde pegamos o metrô até o nosso hostel. O hostel ficava a menos de 5 minutos a pé da estação. Fizemos o checkin e finalmente tomei um banho! Após o banho, descemos para um bar dentro hostel, mas já estava fechando, compramos duas cervejas e o Vinicius arrumou mais uma que imagino que tenha sido algum refugo de cerveja que estava no bar. :) Estávamos com fome e a barwoman nos indicou uma padaria 24hs que ficava próxima ao hostel, acabamos tomando café da manhã vários dias por lá.

Fui dormir umas 3 da manhã para acordar as 8:00 e seguir para a Bratislava na Eslováquia.

19/09/2013 - A ida

Passei o dia no rio na casa da minha irmã, almocei no cervantes e a tarde peguei o ônibus para o aeroporto na alvorada. O ônibus atrasou mais de meia hora, mas o transito estava bom e cheguei na hora planejada, como havia feito o checkin com antecedência no site Iberia escapei de uma fila gigante. Não tive problemas com meu nome errado na passagem, uma vez que era apenas meu sobrenome estava invertido. O vôo até Madrid foi tranquilo, apesar de cansativo e sem entretenimento, o avião tinha apenas algumas TVs, mas ficavam longe do meu assento e a qualidade do video ere bem ruim. O jantar foi razoável, comi um raviole, o café da manhã também foi suficiente. Chegamos em Madrid as 10 da manhã.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

17/09/2013 - Roteiro - Leste Europeu e Oktoberfest na Alemanha

Tudo pronto para a viagem, embarco amanhã para o Rio e de lá, 5a feira pego voo para Viena.

Roteiro

19/09 - Brasilia / Rio de Janeiro
20/09 - Madrid / Viena
21/09 - Bratislava
22/09 - Viena
23/09 - Viena / Budapeste
24/09 - Budapeste
25/09 - Budapeste
26/09 - Budapeste / Munich
27/09 - Munich
28/09 - Munich
29/09 - Munich / Neuschwanstein / Schwabisch Hall
30/09 - Schwabisch Hall / Rothenburg / Nuremberg
01/10 - Nuremberg
02/10 - Nuremberg / Praga
03/10 - Praga
04/10 - Praga
05/10 - Praga / Madrid
06/10 - Madrid / São Paulo / Brasilia

Sobre o planejamento da viagem: Compramos todos os tickets de trem e ônibus pela internet com antecedência, que garantiu bons descontos. Os trens e ônibus a partir de 90 dias antes das viagens costumam a aparecer as passagens promocionais.

Utilizei o site www.bahn.de para reservar os trens e o Eurolines para os ônibus. As estadias foram reservadas no hostelworld e outras no booking.com.

No Hostelworld, especializado em hostels, cobram 10% da reserva adiantas (exceto algumas exceçöes). 

Já no Booking, especializado em hotéis, varia bastante, alguns hoteis paga-se adiantado, que foi o caso do hotel de Munique, e outros pode-se pagar na chegada, existem também opções de cancelamento gratuito. Cada hotel tem suas regras.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

25/02/2013 - Calama - Santiago - São Paulo - Brasília

Tomamos café no hotel, e seguimos para o aeroporto, chegando lá, fizemos o checkin e devolvemos o carro. Estava preocupado com o peso da mala, pois estava trazendo umas garrafas de cerveja e de Pisco, mas deu 24 kgs e LAN liberou, apesar da franquia de 23 kgs.

O voo para Santiago saiu uns 20 minutos atrasado, cheguei em Santiago as 13:30 e ainda deu tempo de uma passada rápida no freeshopping de lá e tomar um café antes do embarque.

O voo para São Paulo saiu e chegou na hora certa, dando tempo de ir ao free shopping, despachar as malas e fazer um lanche.

As 23:45 cheguei em Brasilia.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

24/02/2013 - Arica - Calama

Depois do café da manhã, preparei os sanduíches que seriam nosso almoço, fizemos checkout e seguimos para Calama. Na saída da cidade para a Rota 5, estrada que corta o chile de Norte a Sul, tivemos um susto, estávamos passando com o carro quando aconteceu um deslizamento de pedras que por pouco não atingiu nosso carro. Era um deslizamento pequeno, porém se atingisse o carro faria um bom estrago. A sorte foi o reflexo da Carol que estava dirigindo e viu a primeira pedra rolando e acelerou o carro, que por um ou dois segundos nos acertaria.

O restante da viagem foi tranquilo, fomos revezando a direção e cada um dirigiu por mais ou menos duas hora. Chegamos em Calama as 17:30, depois de quase 8 horas de viagem, com paradas somente para abastecer e trocarmos de motorista. Na saída de Arica há um posto de Aduana, mas que não precisamos parar pois o guarda mandou passarmos direto.

A noite fizemos um lanche no hotel, tomamos mais umas cervejas e deixamos tudo preparado para o voo de volta ao Brasil no dia seguinte.

23/02/2013 - Tacna (Peru)

Durante a viagem, várias pessoas falaram quem em Tacna tudo era muito barato e que tinha uma boa culinária por lá... Resolvemos encarar a ida.

Pegamos um taxi coletivo até a rodoviário (200 pesos), de lá pegamos uma lotação de taxi (5 passageiros, 3 atras, 2 na frente + motorista) até o Peru (4000 pesos), passamos pela emigração do Chile, imigração do Peru e duas horas depois estávamos no terminal rodoviário de Tacna. Fizemos o câmbio para soles. O centro de informações turísticas estava fechado e acabamos indo para o mercado central, muita gente e nada interessante, rodamos um pouco pelas ruas próximas e também nada interessante. Resolvemos almoçar e achamos um restaurante em ente ao mercado central que parecia bom, realmente foi, comemos um ceviche misto e um congrio a lo macho, que vinha com pimenta jalapeño e molho de camarão e mariscos. Muito bom !!!

Depois do almoço, rodamos mais algumas lojas e nos indicaram ir ao mercado bolognesi. Chegando lá a impressão é que estava no camelodromo do Rio ou feira do Paraguai em Brasilia. Procurei por algo interessante, vi só alguns tênis, mas nada aceitava cartão e já havia comprado tênis em Antofagasta.

Voltamos para o terminal rodoviário de Tacna e pegamos um taxi coletivo de volta para Arica, a volta foi mais tranquila e rápida. Chegamos as 19hs, e ainda deu tempo de aproveitar o fim do sol na praia.

A noite fizemos algumas compras no mercado, tomamos umas coronas no hostel e arrumamos as malas para partir para Calama no dia seguinte.









22/02/2103 - Parque Nacional Lauca

Acordamos cedo e seguimos para o PN Lauca que fica a 200km de Arica e a 4500m de altitude. Preparamos um lanche para nos alimentarmos e saímos na estrada.

O GPS não estava configurado para evitarmos estradas não asfaltadas, e ele acabou nos mandando ir por uma estrada péssima, de barro, cheia de curvas e a beira de um precipício gigantesco, a ida foi tensa até retornarmos para a estrada urbanizada. Paramos em alguns mirantes e na cidade de Putre para irmos nos aclimatando. Depois seguimos direto para o parque. Ao chegarmos na lagoa chungara, o tempo estava nublado e prejudicava um pouco a vista do vulcão. Almoçamos por lá uma receita que aprendemos quando fomos as lagunas antiplanicas (pão, tomate, abacate e atum) e seguimos de volta parando no vilarejo de Parinacota.

De Parinacota até Arica, foi o segundo problema da viagem. A chuva e neblina começaram e não dava para enxergar nada na estrada que é cheia de curvas e caminhões nos dois sentidos. Para piorar uma parte ainda nevou. Mas deu tudo certo. Chegamos em Arica as 18 hs e rodamos de carro pela via costanera e subimos até o Morro de Arica para ver o por do sol, que não apareceu.

Arica é uma das cidades mais secas do mundo, e nesse dia choveu! Poucos pingos...

A noite fiquei descansando no hostel.