sexta-feira, 4 de outubro de 2013

05/10/2013 - Praga / Madrid

Acordei as 8:30, tomei o café da manhã do hostel e terminei de arrumar a mala para fazer o checkout que estava programado para as 10 da manhã. Logo após fazer o checkout, deixamos as mochilas no maleiro do hostel e fomos a praça central subir a torre do relógio astronômico, custou 100 coroas por pessoa. A subida pode ser feita rapidamente por elevador. De lá, se tem a visão de toda a cidade velha e arredores de Praga em todas as direções.

O relógio astronômico é um dos pontos mais visitados da cidade e um dos símbolos de Praga, centenas de pessoas se acumulam em frente a ele para ver ele tocar de hora em hora e em todas as lojas de souvenir pode-se encontrar miniaturas dele vendendo.

Após a visita da torre, pegamos nossas bagagens no hostel e seguimos até o metrô da linha A (verde) para irmos ao aeroporto, tudo muito bem sinalizado. Compramos o bilhete válido por 90 minutos para 4 zonas (a cidade está dividida em zonas, então, quanto mais longe vai, mais caro fica o bilhete). Descemos na estação final do metrô, seguimos as placas que informava onde se pegava o ônibus para o aeroporto e assim chegamos ao aeroporto.

Ao aeroporto, lacramos as mochilas por 4 euros. No Brasil esse serviço eh associado a um seguro da mala e sai muito mais caro, atualmente 40 reais. Fizemos o checkin, almoçamos a comida mais cara da viagem e pegamos o voo no horário. Vi este serviço também na Europa em outros aeroportos e custa 10 Euros (R$ 30,00). Realmente somos ricos e explorados...

O voo saiu na hora, uma observação é que os voos da iberia internos na Europa vende os lanches a bordo. Descemos em Madrid as 17:30 e como nosso voo seria as 00:35 decidimos ir na puerta del sol para comermos algo e passar o fim da tarde fora do aeroporto.

Para isso Compramos o bilhete turistico que saiu 8,40 euros por pessoa e dá direito ao suplemento do aeroporto (o metro para o aeroporto cobra uma tarifa extra e para sair dele no aeroporto é necessário apresentar o bilhete)

Almoçamos em um restaurante próximo a Puerta del Sol, onde comi um omelete de morcilla, perna de carneiro e de sobremesa uma espécie de frozen de limão. Ao sairmos de volta para a estação do Metro, se formou uma enorme manifestação pelas ruas, não sei bem o motivo mas havia bastante gente e policia também.

Pegamos o metrô de volta ao aeroporto e lá ficamos até o embarque final de volta para o Brasil.

No Brasil, minha mala com as compras do freeshopping estava ultrapassando os 23 kgs do voo local (comprei a passagem de SP para Brasilia a parte), mas a Gol liberou de pagar a tarifa de excesso de bagagem uma vez que estava vindo do exterior por uma companhia parceira, no caso Ibéria. Lembrar de levar isso em consideração quando for pegar voos locais.

04/10/2013 - Praga

Acordei umas 10 horas, desci para tomar um rápido café da manhã, e voltei a deitar pois ainda indisposto, tomei alguns remédios e fiquei no hostel até umas 13hs. Fomos então almoçar, encontramos um restaurante na caminhada que parecia bom, pedi novamente o prato de pato (coxa assada), estava muito bom, mas não se comparava ao do primeiro dia, lá ainda tomei umas duas cervejas.
Após o almoço, seguimos andando pela cidade e fomos até a Wencelas Square, onde já havíamos ido nas noites anteriores, lá paramos para tomar uma cerveja em umas barraquinhas de comida que ficam na praça, olhamos de longe o National Museum e fomos descansar um pouco no starbucks.



pelo outro lado da cidade fazendo eventuais paradas para tomar cerveja dos dois lados do rio, comprei umas lembranças e no fim do dia lanchei um cachorro quente antes de voltar para o hostel e arrumar as malas.

03/10/2014 - Praga

Fazia muito frio quando chegamos dos bares, 2 graus, pouco depois, olhei a temperatura e já estava 0 graus. Acordei por volta de 8:30 e o termômetro marcava -2 graus.
Pensei se levantava, ou continuava sob as cobertas. Umas 9:30 resolvi tomar coragem e levantar, isso porque o café da manhã ia até as 10 horas. Tomei um dos piores banhos da viagem, a água que caía do chuveiro ou era muito fria, ou em pingos, caso quisesse quente.
Saí sozinho para conhecer a cidade, já que o Rubens e Vinicius não conseguiram levantar no frio. Fui a Old Town Hall, onde saiam vários walking tours, fui acompanhando alguns, a medida que paravam, eu seguia acompanhando outro que já estava de saída. Assim segui pela Church of Our Lady Before Tyn, que possui torres muito legais, passei pelo Astronomical Clock e segui até o bairro judeu passando pela filarmônica Rudolfinum, atravessei a Charle's Bridge, uma ponte construída no século 15. segui até a Catedral de San Nicholas e de lá para o Castelo de Praga, atravessei todo o castelo e voltei pela Manesuv Most Bridge até a a Old Town. Havia muita gente pelas ruas, tirando Munique, foi a cidade mais cheia que visitamos.
Ja na Old Town, fiz um lanche rápido, comi o tal pão enrolado, e voltei ao hostel e encontrar Rubens e Vinicius, que haviam levantado e ido a uma lavanderia. Decidimos almoçar em um restaurante/cervejaria chama U Fleku, indicado por um amigo do trabalho, era um pouco fora do centro mas fomos andando até o bar, fundado em 1499. A cerveja era muito boa, comi um Goulash, uma espécie de carne de panela, que estava muito boa. Do restaurante voltamos para o hostel seguindo a margem do Rio Vitara que corta a cidade e onde tem todas as pontes. De volta ao hostel, acabei dormindo até o fim da tarde.
No fim da tarde, com Vinicius e Rubens ainda dormindo novamente, retornei a Charle's Bridge para ver o por do sol de lá, mas acabei chegando um pouco atrasado e o sol também não estava na posição ideal que queria fotografar.
De volta ao hostel, o pessoal já havia acordado, então tomei um banho e saímos para comer um presunto na Old Square, onde encontramos um dos brasileiros que estava no nosso hostel, fazia muito frio, meu copo de cerveja cada vez ficava mais gelado e a mão segurando ele, congelando. Novamente temperatura de 2 graus.
Da Old Square, com todo mundo lanchado, seguimos para tomar umas cervejas em um dos bares que havíamos ido no dia anterior. O pessoal ainda animou de conhecer outro bar, mas eu acabei voltando cedo pois estava passando mal.

02/10/2013 - Nuremberg - Praga

Nosso trem para Praga estava marcado para as 11:41, chegamos umas 10:00 na estação central que ficava uns 10 minutos de caminhada do hotel que ficamos. Tomamos café da manhã e ficamos esperando o letreiro mostrar a plataforma de embarque, como nosso trem não apareceu, fomos ao centro de informações perguntar sobre ele e descobrimos que nossa passagem era de ônibus e não trem. (Ainda aprendo a andar de trem sem confusões na europa!)
Tudo entendido, foi tranquilo, pois o ônibus parava em frente ao terminal de trens, e como de costume foi pontual. Despachamos nossas malas no bagageiro e seguimos para Praga no ônibus da DB (não era eurolines). O ônibus era bem confortável de dois andares. No meio da viagem veio uma moça da companhia perdir o cartão de crédito que havia comprado a passagem, expliquei que havia perdido o cartão e que tinha apenas o passaporte, não sei se ela entendeu, pois ela era Checa e falava muito pouco inglês, um japonês que viajava do lado do moral também teve problemas, pois ele e ela não conseguiram se entender.
Chegamos no terminal de trens de Praga as 16:00 e seguimos a orientação do hostel de pegar o metrô, depois de algumas dúvidas de como pegar o metrô e de trocar uns Euros por Coroas Checas (péssima cotação de troca). O metrô funciona no estilo alemão/austríaco, ou seja, sem roleta e alguns fiscais eventualmente pedem para verificar seu bilhete. Saindo da estação com os mochilões, logicamente, fomos "selecionados" para verificarem nossos bilhetes... Tudo em ordem.
Para chegar ao hostel foi um pouco complicado, o caminho que era para ser de 10 Minutos levou quase meia hora, não achávamos a rua, nem a direção que tínhamos que ir. Depois com a ajuda do GPS conseguimos encontrar. Chegando no hostel, t;inhamos que pagar as diárias adiantadas em dinheiro local, então deixamos as bagagens lá e fomos trocar  dinheiro em um local que o hostel indicou como sendo a melhor cotação.
Fizemos o câmbio e fomos almoçar, comi uma coxa de pato assado, que foi a melhor refeição da viagem e tomei umas duas cervejas antes de voltar ao hostel já no início da noite, aproveitei para deitar e descansar um pouco.
O cansaço era grande, mas o Rubens conheceu um casal de brasileiros e resolvemos sair fazendo uma espécie de bar crawl pela cidade. Visitamos 5 bares durante a noite, tomando um chopp a cada bar.
Os chopes aqui como na Alemanha são padronizados em 500 ml, inclusive, lembro de ter pedido um chopp de 300ml na alemanha e o garçom achou muito estranho. Outra curiosidade é que os bares e boates aqui na grande maioria não cobram entrada. Normalmente, funcionam estilo pub, vai ao balcão, pede o que quer, e paga na hora.
Fazia muito frio a noite, cerca de 2 graus. Resolvi então voltar para o hostel para dormir, pois ainda estava bem cansado e com frio e muita vontade de ir ao banheiro depois dos 2,5 litros de chopp.


01/10/2013 - Nuremberg

Saímos do hotel umas 10:00 para conhecer o centro histórico de Nuremberg. Apesar de ser uma cidade grande, dá para se fazer praticamente tudo a pé, a não ser uns lugares mais afastados que remetem ao julgamento da 2a guerra.
Meu objetivo principal era achar um casaco para comprar já que havia perdido o meu durante a oktoberfest, depois de ir em algumas lojas especializadas em casacos esportivos e me espantar com os preços, comprei um casaco na H&M, querida dos brasileiros por esses lados, uma espécie de Renner que tem em todo lugar. 
Finalmente aquecido com o casaco, fomos tomar um café da manhã, quase que padrão aqui por todos esses dias, um croissant com manteiga e geléia com café. Já que estava na alemanhã comi também strudel de maçã, que estava razoável. Depois do café andamos por todo o centro histórico passando pelas principais atrações, Catedral Saint Lorenz, HaupMarket, Igreja de San Sebaldo, Fleish Bridge, National Museum e etc. Tentamos ir até o Palácio da Justiça a pé, mas acabamos nos perdendo, ficava um pouco afastado, então voltamos a centro histórico
No centro histórico, voltando para o hotel, paramos para comer um cachorro quente com as tradicionais linguiças de Nuremberg. São pequenas, em um pão cabem três, muito boas, ainda mais com mostarda ! Paramos para tomar cerveja em um bar na Hefnerplatz, depois de dois chopps, seguimos para a Ludwig Platz e tomamos mais dois chopps e comemos mais um cachorro quente, no caminho de volta ainda paramos em um bar mexicano no caminho, mais um chopp e nachos até chegarmos ao hotel, onde compramos mais cervejas na máquina automática e ficamos conversando até de madrugada.



30/09/2013 - Schwabisch Hall / Rothenburg / Nuremberg

SCHWABISCH HALL

Acordamos, durante o checkout li que na janela o hotel na realidade responde por três nomes, e o nome que procurávamos estava lá, Cansaço as vezes não faz a gente pensar, o GPS havia nos colocado a 10 metros do hotel e ainda tinhamos dúvida se o lugar era lá ou não.
Pegamos o carro e fomos tomar café da manhã pela cidade, no centro tinham ótimas padarias onde comi um croissant com café com leite. A cidade é bem pequena e banhada pelo rio Kocher e o centro histórico ainda preserva um ar medieval, com pontes antigas, inclusive algumas de madeira. No centro histórico ainda tem algum comércio bom e os restaurantes pareceram ser muito bons. Não tinhamos muito tempo e acabamos andando por cercar de 1 hora pela cidade, até que nosso parquímetro vencesse.

ROTHENBURG

Fazia bastante frio em Schwabisch Hall e decidimos pegar a estrada e ir almoçar em Rothermburg a uns 70 kms de distância. Configuramos o GPS e fomos. Rothenburg também é conhecida por Rothenburg Ob Der Tauber.
Chegando na cidade, que também possui seu centro histórico, estacionamos o carro do lado de fora da cidade histórica, que é cercada por uma muralha e fomos, eu já havia gostado de Schwabisch, mas o centro de Rothemburg ainda é mais bonito, embora muito mais cheio de turistas, principalmente brasileiros. Visitamos algumas lojas de lembranças, comprei imãs e uns brinquedos para criança, quase convencemos o Vinicius a comprar uma espada. A fome bateu e paramos para almoçar em um restaurante indicado pelo FourSquare, lá matei a vontade de comer um Eisbein, joelho de porto gigante, acompanhado por cerveja.
A cidade vende muitas peças de madeira, bonecos quebra nozes, relógios cucos (caríssimos), marionetes e etc. Visitamos também o museu da tortura, que foi interessante.
Quando fui comprar a última lembrança, descobri que havia perdido minha carteira. Fui em alguns lugares que havia passado antes na esperança de encontrar, mas nada. Como ela estava dentro da mochila, acredito que tenha caído no chão sem eu perceber quando peguei a máquina para fotografar.

NUREMBERG

Depois do transtorno, pegamos a estrada e seguimos para Nuremberg. As estradas da Alemanha são muito boas, nas autobahns, a velocidade é apenas indicativa, chegamos a andar com o carro a 160 km/h e mesmo assim várias vezes tínhamos que pegar a pista da esquerda pois passavam uns carros a 200 km/h.
Chegamos em Nuremberg por volta das 20 horas, fizemos o checkin no hotel e fomos devolver o carro na estação central, onde aproveitamos para lanchar.
Já no hotel, fui correr atras do prejuízo, ligar para cancelar os cartões de crédito. Os euros estavam todos guardados em outro local, assim como os documentos, depois descobri que um dos cartões estava dentro do passaporte. Perdi apenas 2 cartões de crédito, alguns reais, uns 5 euros e a carteira de estudante.
Ainda tomei umas duas long necks no quarto antes de dormir.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

29/09/2013 - Munich / Hohenschwangau / Schwabish hall

MUNICH

Acordamos cedo, fizemos as malas e pegamos o trem para a Estação Central de Munich pra buscar o carro que reservamos na Sixt. Chegando lá, antes de pegar o carro aproveitamos para comprar algumas lembranças nas lojas da estação. Na Sixt, que demoramos um pouco para achar, não tinha o modelo que havíamos reservado e o Vinicius, tarado por carros, acabou escolhendo um Audi A5. Também foi um pouco difícil achar o estacionamento onde estava o carro, mas deu tudo cedo.

NEUSCHWANSTEIN

Voltamos para o hotel para buscar o Rubens, fazer o checkout e seguirmos para Hohenschwangau, para visitar os castelos de Neuschwanstein. Depois de uma hora conseguir usar o GPS do carro em alemão. Chegamos aos castelos pontualmente na hora limite que tinha para pegar os ingressos. Optamos por visitar os castelos de Hohenschwangau e  Neuschwanstein, existe ainda um museu que não nos interessou. Existe a possibilidade de ir ao castelo de ônibus , a pé ou charrete. Recomendo ir de ônibus e voltar a pé, já que a volta é descida. Embora tenha feito os dois de ônibus. Charrete é o pior, pois o fedor dos cavalos é insuportável.
O tempo estava horrível, havia uma neblina que escondia praticamente tudo. Comemos um pão com linguiça antes de visitamos o primeiro castelo e quando fomos para o de Neuschwanstein não dava para ver absolutamente nada da fachada do castelo, nem da vista da Mary's Bridge, um dos grandes atrativos. Fizemos o tour por dentro do castelo e descemos para almoçar, onde dessa vez consegui pedir e comer um Schnitzel.
A visita a  acabou sendo meio furada, pois o lugar fica no alto de um vale e a vista do castelo seria o grande atrativo.

SCHWABISCH HALL

Voltamos a estrada e seguimos, agora com GPS funcionando para Schwabisch hall. Ao chegarmos a noite tivemos bastante dificuldade de achar nosso hotel, o GPS apontava o lugar, estávamos lá mas não havia nenhuma casa com a fachada que tinha no site do booking. Até que vimos em um hotel ao lado, com outro nome, um recado escrito para mim informando que o quarto já estava pronto e aberto em uma entrada lateral da casa... Coisas de cidade de interior :)
A noite, saímos para jantar, mas por ser domingo e a cidade muito pequena, não encontrávamos nenhum lugar aberto. Já quase desistindo, encontramos uma pizzaria de um italiano, que não entendiamos nada que ele falava. Quando descobriu que falávamos português, chamou a esposa Maria que teoricamente falava português, mas Maria veio da cozinha com braços abertos e nos cumprimentou com o caloroso "bon giorno!!!". Tentou nos convencer de pedir uma pizza grande para cada um, mas acabamos dividindo uma tamanho família, deu tudo certo, a pizza era muito boa.

28/09/2012 - Munich - Oktoberfest - a ressaca

Acordei umas nova horas, morrendo de fome, pois no dia anterior não comi nada durante a oktober. Desci e fui tomar café da manhã no hotel, ou melhor, tentei tomar, pois estava muito enjoado e a comida não estava descendo. Voltei para a cama e fiquei até meio dia deitado.
Levantamos todos com fome e decidimos ir ao centro da cidade, pois o Vinicius queria comprar um chip para o celular dele, e eu tinha que passar na farmácia no centro. Feito isso, fomos almoçar em um restaurante no centro mesmo, tentei pedir um Snitzel, mas acabou vindo outro prato, estava razoável, mas o restaurante era muito devagar, quase 30 minutos para conseguir pedir a conta. Uma coisa que notamos é que se a mesa é para quatro pessoas e você está ocupando três assentos, uma pessoa qualquer pode vir e ocupar o assento da sua mesa. Funciona quase como praça de alimentação de shopping.
Depois do almoço fomos direto para a Oktober, chegamos lá as 15hs, e estava tudo completamente lotado, fora das tendas muita gente tentando entrar e o espaço para circular pelo parque estava muito cheio também. Nos falaram que para conseguir entrar nas tendas no fim de semana, deveríamos chegar as 9 da manhã. Vi que seria difícil entrar em alguma tenda e acabei desistindo e indo beber em um bar da Paulaner no centro, acabei também jantando por lá, um prato típico de carne de porco com bolas de batata (foto) e voltei para o hotel cedo. Vinicius e Rubens voltaram para a Oktober e conseguiram ainda entrar em uma tenda, "molhando a mão" do segurança com 40 euros.


27/09/2013 - Munich (Oktoberfest)

Acordamos as nove e fomos tomar café no McDonald's, chegando lá descobrimos que o menu de café da manhã era servido até as 10 horas, e chegamos as 10:05. Desistimos e fomos em um posto de gasolina ao lado do hotel que tinha uma loja de conveniência, o café saiu bem melhor e mais barato que o McDonald's. De lá, pegamos o trem para o centro da cidade, MarienPlatz, pois tinha que ir a uma farmácia comprar uma encomenda e o moral queria ir na applestore para comprar o iPhone novo (5s). Fiquei tentado a comprar o IPhone também mas o orçamento estava limitado.
Da MarienPlatz seguimos andando até o parque onde ocorre a oktoberfest, uns 20 minutos de caminhada.
Chegando lá, ainda estava tudo meio vazio. Chegamos a perguntar "Isso é a oktoberfest ?", várias barracas vendendo corações de chocolate, pipoca, comidas típicas, jogos e um grande parque de diversões com roda gigante, frisbee, carrinho bate bate e etc. Fomos andando e ninguém tomando uma cerveja sequer, homens e mulheres com roupas típicas, até que viramos na rua principal. Aí sim diversas tendas gigantescas, onde dentro se vendiam as cervejas. Entramos na primeira e estava completamente lotada. Sabíamos que só vendiam cerveja para quem estivesse nas mesas, e no caso da primeira tenda, todas as mesas tinham um banco para as pessoas ficarem sentadas. Ainda meio deslocados, andamos por toda a tenda e sem lugar para sentar, seguimos para a segunda, da Paulaner. Entrando, a mesma coisa, mais lotada ainda que a primeira. Andamos em volta tentando achar algum lugar, mas só havia lugar do lado de fora, nos Biergarten, mas era desanimado e frio comparado ao lado de dentro. Partimos para a terceira tenda, a HB, logo entrando, já vimos várias pessoas bebendo em pé e pelo corredor. Fomos atrás de uma cerveja, mas o princípio era o mesmo, cerveja para comprar só para quem estivesse sentado. Então fomos até as mesas do lado de fora e compramos três chopps de 1 litro por 10 euros cada. Só existe chopp de 1 litro. Com os chopps entramos na tenda e começamos a beber e ficar mais animados. Na HB, no centro da tenda, existem mesas altas onde as pessoas bebem de pé, então tudo ficou mais fácil, bastava estar com uma mão sobre a mesa que conseguíamos pegar o chopp.
Arrumamos lugar em uma mesa ao lado de um senhor alemão que nos convidou para sentar, ficamos lá conversando com ele. Na hora deveríamos estar no segundo chopp. Vinicius foi brindar com o alemão e conseguiu quebrar a caneca, ele já estava tão louco, que quase rasgou a cara com a caneca quebrada, foi por pouco. Pedi também para ele ficar de olho no meu casaco na mesa enquanto ia ao banheiro. Quando voltei, meu casaco não estava mais lá, sorte que não tinha nada nos bolsos. Pensando pelo lado positivo, foi bom porque dentro da tenda estava quente e agora tinha uma coisa a menos para me preocupar.
As 15:00, o pessoal que está nas mesas é expulso para a chegada das pessoas que reservaram mesa, assim, levantamos da mesa e fomos pegar mais cervejas, Rubens e Vinicius foram brindar, e os dois quebraram as canecas antes de dar o primeiro gole. Pegamos mais cervejas e começamos a circular pelo pavilhão
A infra estrutura da tenda é muito boa, os banheiro são gigantes, não peguei fila em nenhum momento. A comida que mais sai pelo que notei é meio frango assado. Mas como estávamos sem mesa, não conseguíamos comer, depois acabamos esquecendo mesmo de comer durante todo o dia.
Lá pelo início da noite fui ao banheiro e quando voltei não encontrei mais os dois, que haviam pulado a cerca das reservas e sentado em uma mesa reservada. Daí fiquei rodando procurando por eles e indo ao ponto que havíamos marcado, e nada. Acabei conhecendo mais uns alemãs e fiquei bebendo com eles e falando sobre futebol. Mais tarde, não lembro bem a hora eles me convenceram a ir a Paulaner que tinha um show por lá, como não havia achado os dois, segui com eles e realmente era um show de uma banda de rock bem legal. Comprei o penúltimo chopp, nesse intervalo, não tenho idéia de quantos tomei, pois o pessoal sempre pedia e completava as canecas de todo mundo. Lembro do penúltimo pois dei um gole e a caneca escorregou da minha mão, derramando tudo no chão. Lembro do último também que pedi na sequencia. Logo depois a festa acabou, e fomos retirados das tendas, não lembro se era 23:00 ou 00:00. Me despedi do pessoal que me apontou para onde era o metrô. Tenho vaga lembrança de ter bebido ainda algum drink do lado de fora após sair da tenda.
Segui para o metrô e não consegui achar, fui andando por quase uma hora até achar uma estação de trem, onde entrei e fui procurando as conexões até chegar ao hotel. O problema é que a cada conexão, fiz duas, demorava mais de meia hora para o trem passar.
Cheguei por volta das 2 horas da manhã no hotel, tomei um banho e apaguei.

Neste dia: Rubens e Vinicius saíram ainda cedo da tenda e voltaram ao hotel, porém antes de conseguirem chegar por lá, pegaram um trem errado, dormiram e quando acordaram estavam saindo de Munich. Acabaram conseguindo voltar e foram até o hotel me procurar. Não me encontraram e resolveram voltar para a oktober novamente. Ficaram lá até o fim e depois voltaram para o hotel novamente, chegaram um pouco antes de mim lá, pois na segunda vez não se perderam.





terça-feira, 1 de outubro de 2013

26/09/2013 - Budapeste - Munich

BUDAPESTE

Acordei as 8 horas e arrumei o mochilão. Nosso trem para Munich saía as 12:10 e como a Judith nos falou que poderíamos sair até 11:30 que chegaríamos com folga no terminal rodoviário, resolvi ir em alguns locais de Budapeste que havia olhado no mapa na noite anterior e não havia visitado. O Vinicius animou de ir, pois também queria comprar uma encomenda antes de ir a Munich. Rubens ficou dormindo.
Pegamos o metrô fomos até o outro lado do rio ver a vista de frente para o rio do parlamento, no dia anterior fomos na entrada que estava em obrar. De lá fomos também de metrô ao teatro de opera e o museu de historia e finalmente a H&M. Levamos cerca de 1 hora para passar em todos os pontos de metro, realmente o metrô aqui é muito eficiente, apesar de antigo.
De volta ao hostel, antes de subir, compramos algumas coisas para comer antes e durante a viagem no supermercado, fizemos o checkout e seguimos de metrô para a estação de trem. Ainda chegamos com uma hora de antecedência, que para trem é muita coisa. As 12:10 pontualmente nosso trem saiu rumo a Munique.
Ainda fico meio perdido andando de trem por aqui, dessa vez nossos assentos estavam marcados, assim tivemos que mudar de lugar antes da partida. Mas vimos muita gente sentando em qualquer lugar. No trem que pegamos para Budapeste não marcamos assentos e sentamos em qualquer lugar... Um dia entendo.
A viagem de trem foi longa, cerca de 7 horas, comemos algumas coisas que havíamos comprado no supermercado e tomamos algumas cervejas Paulaner no trem. Aproveitamos para praticar bullying com o Rubens, falando que para ir ao banheiro custava 1 euro. Ele ficou boa parte da viagem se segurando para economizar, depois demos um ticket velho de metrô para ele falando que era a ficha para ir ao banheiro, e ele ficou um bom tempo tentando descobrir onde passava o código de barras para entrar no banheiro. :) Ainda no trem, ao cruzarmos a fronteira, dois oficiais alemãs vieram até a gente para checar nossos passaportes e fazer uma série de perguntas, quando chegamos, para onde íamos, onde ficaríamos, de onde viemos e etc. Meu passaporte foi o mais examinado, um dos oficiais ficou olhando o carimbo de entrada de Madri com uma Lupa durante um bom tempo e falando em alemão com o outro. No fim, agradeceram e desejaram boa viagem.

MUNIQUE

Chegando em Munique, demoramos uns 20 minutos tentando entender e comprar o ticket do metrô, apesar de inglês, existiam dezenas de opções, por zona onde iriamos nos locomover, quantidade de pessoas, tempo de validade do bilhete... Até que uma menina que passava resolveu nos ajudar. Compramos um bilhete valido para 3 dias para até 5 pessoas que nos permitia andar na zona de 1 a 5, nosso hotel se não me engano era na zona 2 e a Oktoberfest e centro da cidade na zona 1. No metrô e trem de munique também não existem roletas, eventualmente fiscais pedem seu ticket para verificar se está tudo correto. 
Saindo da estação de trem para o metrô, vimos muita gente muito bêbada voltando da oktoberfest, achei legal que boa parte das pessoas usando roupas tipicas, tanto homens como mulheres. Achamos bem perigoso o trem, pois parecia que a qualquer momento alguém iria cair nos trilhos.
Depois de algumas dúvidas para que lado iriamos pegamos o metrô correto e chegamos na estação que deveríamos descer, Neaubing. O lugar estava totalmente escuro e deserto. Não havia ninguém trabalhando lá, seguimos umas pessoas que haviam descido do trem e por sorte conseguimos avistar um simbolo do McDonald's que era a referencia do hotel, ficava a menos de 5 minutos caminhando da estação.
No checkin do hotel tivemos alguns problemas pois outra pessoa com meu sobrenome havia pego a minha reserva e acabamos pegando a reserva destas pessoas em um quarto diferente. Além de terem mudado a politica de uso da internet, que quando reservamos informava que teria wifi livre no saguão do hotel, mas mas acabamos resolvendo tudo, colocaram uma cama extra e liberaram o uso wifi para a gente no hotel, inclusive no quarto.
Com tudo resolvido fomos procurar algum local para jantar, mas a única opção era o McDonald's mesmo. Comi um Wrap e um Smothie e em seguida voltamos para dormir no hotel.

25/09/2013 - Budapeste

Acordamos as 9 horas, tomamos um rápido café no hostel e seguimos de metrô para visitar o Parlamento, para nosso azar estavam reconstruindo a praça que fica em frente a ele, fazendo com que desistíssemos da ideia de conhece-lo. 
Seguimos então para tomar um café mais reforçado no starbucks e utilizar o banheiro. Starbucks sempre é uma salvação para as viagens, pois possuem banheiros e acesso wifi gratuítos para clientes. Costumo a dizer que eles não vendem café, mas alugam o espaço.
Após o starbucks, estavamos em frente a Basilica Szent István de e resolvemos subir para ver a cidade da cúpula, custou 2 euros, a cúpula da catedral é o ponto mais alto da cidade. A cidade não possui prédios altos, pelo que vi os prédios tem sempre 4 a 5 andares, exceto por alguns mais históricos. De lá você tem a vista de toda cidade e chegar ao topo é bem tranquilo já que existem elevadores que levam até lá. 
Da Basílica seguimos caminhando pela Váci Utica, uma rua comercial que contém as lojas de grife famosas e algumas lojas de artigos turisticos. Seguimos andando até o Grande Mercado Central, onde lembra muito o Mercado Municipal de São Paulo. No caminho um grupo de quatro brasileiros andava na nossa frente e todos os vendedores de restaurante e lojas falavam com eles em português. Eles se surpreenderam perguntando entre eles como sabiam que eram brasileiros... a resposta é bem simples, brasileiros quase sempre estão de calça jeans, tênis para corrida (nike, mizuno, asics), muitos casacos, e as mulheres além desses acessórios com bolsas bem grandes, normalmente de marca. 
Já no mercado, tivemos um pouco de dificuldade de comer o que queríamos, pois tudo estava muito cheio e o atendimento não era nem um pouco simpático. Compramos uma linguiça com batatas em uma barraca nem um pouco simpática onde o dono já fez cara feia quando começamos a fazer o pedido em inglês e um prato de cada vez. Mas era o único lugar que tinha mesa para sentar e comer. Aliás, sentar e comer, se demorássemos um pouco, como uns turistas que estavam conversando na mesa de trás o garçom ia e recolhia o prato na marra para as pessoas irem embora. Nosso prato estava bem sem graça, dentre as opções acho que escolhemos a pior, depois falaram que deveríamos ter  provado a coxa de ganso. Quem sabe na próxima. 
Do mercado, voltando pela Váci Utica, passamos em um IceBar (bar de gelo) para o pessoal conhecer, já havia ido em um na Nova Zelândia, compramos o ticket com direito a um drink, no caso foi um shot de vodka com xarope de alguma fruta, morango, pessego... Passamos um pouco de frio por lá até o limite do suportável e tiramos umas fotos. Achei o de Budapeste bem pequeno, mas vale a curiosidade par quem nunca foi. De lá,voltamos caminhando para o hostel onde tomamos umas cervejas que havia na geladeira antes de pegarmos o metro e irmos ao Baths no fim da tarde.
Por volta das 17 horas pegamos o metrô e fomos ao Széchenyj Termal Baths. O Baths para me pareceu um pouco caldas novas, águas termais, 3 grandes piscinas externas e 12 piscinas internas (aqui faz muito frio no inverno). A diferença está na arquitetura e no pessoal que frequenta. A construção é do inicio do século 19, o que me fez achar o lugar bem interessante. As piscinas cobertas achei que tinham um cheiro forte de enxofre. Pagando a entrada, você tem direito a entrar em todas as piscinas, saunas, academia, existe também um spa que é a parte que você pode fazer a cutícula com os peixes.... Dr. Fish ! Um monte de peixinho vai comendo as peles mortas do pé. Bizarro! Uma das piscinas externas estava em manutenção, havia uma mais quente e outra um pouco menos aquecida que tinha umas hidromassagens, correnteza e etc. Ficamos um pouco em cada uma, depois fiz uma sauna antes de voltar no início da noite para o Hostel.
Chegamos um pouco cansados no hostel e ficamos descansando até resolvermos para jantar próximo a basílica, onde pegamos a promoção de um bar com chopp liberado, bebemos uns 3 chopps cada um, mas o como estávamos cansados, voltamos ao hostel cedo, passamos no supermercado para comprar mais cerveja e ficamos conversando o resto das cervejas que até dormir aproveitando que só havíamos nós no hostel e podíamos conversar um pouco mais alto.



24/09/2013 - Budapeste

Acordamos as nove horas da manhã e tomamos café da manhã que havíamos comprado na noite anterior. O hostel que nos hospedamos na realidade era um apartamento de 3 quartos dentro de um prédio residencial, onde os quartos eram alugados separadamente. A localização era excelente e dispunha de todas as facilidades de um apartamento, cozinha completa, máquina de lavar roupa (que não conseguimos usar) e etc.
Saímos as 10:30 a tempo de pegar um freewalking tour pela cidade.  Muito comum pela Europa, os freewalking tour existem em várias cidades. Em Budapeste, existem vários tours gratuitos que saem da praça Erzsébet Ter e não precisam ser agendados, basta aparecer e seguir o grupo, ao fim do tour, você dá uma gorjeta para o guia, costumo a dar 5 euros, vi pessoas dando mais e menos.
No tour, passamos pela József Ter, Vörösmarty Ter, Vigadó Etterem (Teatro da Ópera), seguimos pela Rua Belfrad  até a ponte Széchenyj Lanchid, onde atravessamos para o lado "Buda" da cidade. Existe um funicular para subir até o castelo, porém fomos a pé, subindo a escadaria. Algumas paradas para ver a vista do outro lado do rio, como o parlamento. Passamos por alguns museus e seguimos caminhando até o Templo Mátyás e logo após o tour chegou ao fim. Com o fim do Tour, fizemos um lanche em uma lanchonete que a guia nos indiciou. Comi um tal de Langos, que é uma versão Húngara de Pizza, onde acho que a massa é frita e depois vai ao forno. Bem acebolada, gostei mas acho que fui só eu. De lá, paramos para tomar uma cerveja na praça Szentharomsag, ao lado do templo e seguimos caminhando na direção do castelo. No castelo, existem alguns museus e locais a serem visitados, mas não cheguei a entrar em nada. De lá, descemos, atravessamos a ponte de volta para o outro lado e seguimos até a Basilica Szent István. No caminho paramos para almoçar e comi uma salada caprese acompanhada de meio litro de cerveja. Após o almoço, pegamos o metrô até Oktagon para seguir andando pela avenida que consideram a "Champs Eliseer" de Budapeste que termina em um monumento Millennumi Emlékmu, onde fica na entrada do parque da cidade , jardim botânico, banhos termais e zoológico, além de um castelo (Vajdahunyad). Após andar pela região, pegamos o metrô de volta para o hostel.
O metrô da linha amarela , que segue por baixo da Andrássy Utica, é segundo li, o segundo mais antigo da Europa, datado de 1896, os vagões são minúsculos e fica a poucos metros da superfície.
Voltando no fim do dia comprei um kürtöskalács, ou chimney cake que é um pão enrolado assado em churrasqueira com uma cobertura adocicada que pode ser de baunilha, cacau ou outros sabores. Havíamos comprado um no castelo, a principio achavamos que era recheado, mas como o vendedor entregou o pão oco mesmo, acabamos entendendo que é assim mesmo que se come.
Langos
kürtöskalács

A noite, estava cansado e acabei descansando no hotel esperando o Rubens que estava vindo da Itália e chegaria por volta de meia noite no hostel, e como a recepção não era 24 horas, tivemos que espera-lo por lá. Assim que ele chegou fui dormir enquanto o Vinicius e Rubens desceram para comer um Kebab na rua.




23/09/2013 - Viena - Budapeste

VIENA

Acordei por volta das 7:30, arrumei minha mochila e fizemos o checkout no hostel, deixando minha bagagem guardada lá. Fomos novamente a padaria tomar café. Como todos os dias que lanchei lá, tomeium cacauccino e um Borëk de queijo, uma espécie de pão folheado com ricota. Existem outros sabores que nunca consegui pedir, já que o padeiro não falava inglês, só sabia falar "cheese".


De lá fui conhecer alguns lugares que faltavam, aproveitando o ticket de 24 horas que havia comprado. Fomos até o schloss schonbrunner, palácio real com jardins gigantescos, acho que um dos locais mais interessantes de Viena. Construído no século 16. Neste palácio fica também o zoológico de Viena. Andamos pelos jardins principais, mas não deu tempo de visitar o palácio, os jardins laterais e o zoológico. Após a visita do palácio, pegamos o metrô de volta e voltamos ao centro de Vienna onde andamos nos arredores da KarlPlatz e visitamos uma catedral em Votivpark ao lado do Sigmun-Froid Park.

Na volta para o hostel, comprei umas cervejas locais no mercado para provar depois. Fomos até o local onde lanchamos a noite para almoçar. Seguimos de metrô de volta ao hostel para pegamos as bagagens no e descansar por cerca de meia hora até o horário do trem para Budapeste. Pegamos o metrô até a estação de trem.

Saldo cervejeiro da Viena: provei chopps ZWETTLER, BUDWEISER ORIGINAL, ZIPTER e OTTAKRINGER, e cervejas GOLD FASSL e BUDWEISER.


Viena ainda não possui uma "estação central", assim tivemos que verificar onde partiria nosso trem, tarefa bem tranquila, já que dizia a nossa estação no bilhete e todas as estações de trem são interligadas com o metrô. trocamos de linha no metro uma vez e em 15 minutos estávamos na estação. Pegamos o trem as 16:03, mas atrasou uns 5 minutos para sair, o que costuma a ser raro se tratando de trens por aqui. A viagem demorou cerca de 3 horas, tempo suficiente para beber umas Paulaners no trem.



BUDAPESTE

A viagem até budapeste foi tranqüila e pontual. Chegando a estação de trem, seguimos a orientação dada pelo hostel e pegamos o metrô, comprando o ticket de 72 horas pois ficariamos três dias na cidade.

Chegando ao hostel, fomos recebidos pela gerente que nos explicou um pouco sobre o hostel e a cidade, nos localizou no mapa e nos deu uns vales de desconto para tomarmos cerveja e jantarmos. Neste dia, acabamos não fazendo muita coisa pelo cansaço da viagem. Apenas descemos em fomos em um restaurante na rua do hotel que a Judith (gerente do hotel) indicou, tomamos um chopp com o nosso vale e pedimos a janta. Tive um pouco de dificuldade de conversar com uns dos garçons que achou que eu havia pedido para fechar a conta, quando na realidade eu queria saber se o local aceitava cartão de crédito, já que a moeda da Hungria ainda não é o Euro, e sim o Florin (HUF). No restaurante comi um prato de peito de pato, com batata frita, excelente! Nesta rápida saída notamos que Budapeste é uma cidade bem mais barata que as outras que visitamos até o momento. Terminando o jantar, voltamos para o hostel, antes passando em um supermercado para comprar umas cervejas e algumas coisas para o café da manhã.